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Pesquisadores da UNEMAT de Alta Floresta e Tangará da serra se reúnem para atividades de pesquisa e extensão

Os Pesquisadores da UNEMAT Dr. Ricardo Eduardo Vicente (pesquisador e professor do Programa de Pós-graduação em Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos – Alta Floresta) e Kelley Rita Przybyszewski (Mestranda no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola – Tangará da Serra) se reuniram no Centro de Pesquisas, Estudos e Desenvolvimento Agro-Ambientais da UNEMAT de Tangará da Serra em abril para ministrar curso de extensão à comunidade acadêmica sobre “Biologia e Identificação de Formigas”.

O curso surgiu como uma contrapartida do projeto “Rede de Biotecnologia aos serviços e desserviços do Cerrado e Mata Amazônica no Estado de Mato Grosso” coordenado pela professora Dra. Mônica Josene Barbosa Pereira, como forma de capacitar alunos para participarem de atividades de pesquisa que integram o projeto.

O projeto da UNEMAT possui parceria com instituições nacionais e internacionais e foi aprovado recentemente pelo edital Fapemat nº 037/2016 (http://www.mt.gov.br/-/5461804-pesquisa-avalia-relacoes-ecologicas-entre-as-areas-de-reserva-e-lavouras-em-mt). Este pretende estudar a interação entre as áreas cultivadas e as áreas nativas de reserva legal na manutenção da biodiversidade e processos ecossistêmicos ao longo da Amazônia e Cerrado Matogrossense.

O curso teve a participação da professora Dra. Danielle Storck Tonon, pesquisadora integrante do projeto e orientadora de Kelley, falando sobre a abrangência do projeto e a importância do curso. O curso durou três dias com aulas expositivas sobre como elas vivem, as interações mantidas com outros seres vivos, os serviços prestados ao ambiente (como ciclagem de nutrientes do solo, dispersão de sementes, polinização, entre outros) e sua importância em estudos de impacto ambiental.  Além disso, os participantes aprenderam sobre morfologia básica do grupo e a utilizar uma das ferramentas mais atuais sobre identificação de Formicidae, o “Guia para os gêneros de formigas do Brasil”, elaborado por pesquisadores brasileiros que compõem grandes nomes da Mirmecologia mundial, inclusive um de Mato Grosso (Dr. Thiago Izzo – UFMT, Co-orientador de Kelley e integrante do projeto).

A atenta e calorosa participação dos inscritos esteve presente nos três dias de curso. “O olhar atento a cada descoberta sobre o mundo das formigas e o sorriso estampado no rosto dos participantes a cada etapa concluída foi realmente satisfatório e motivador” – afirma Ricardo. Também durante o mês de abril, antes e após o curso, houveram intensas atividades do projeto BioAgro e discussões sobre o desdobramento das pesquisas em Mato Grosso. Os resultados preliminares são promissores e demonstram que a biodiversidade de Mato Grosso é realmente grandiosa. (Assessoria)

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