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Programa de Controle Populacional de Cães e Gatos através da castração já é realidade em Alta Floresta

Bruno Felipe / Da Reportagem

A Prefeitura Municipal de Alta Floresta, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, juntamente com o grupo de voluntários ‘Amamos Animais’ desenvolveu um projeto visando promover o controle populacional de cães e gatos em situação de abandono, vítimas de maus tratos, adotados de grupos voluntários de apoio aos animais, bem como pertencentes a famílias beneficiadas por políticas públicas socioeconômicas ou enquadradas como de ‘baixa renda’, através da esterilização.

De acordo com o médico veterinário Luiz Carlos de Queiroz (conhecido popularmente como “J.R”) a alta taxa reprodutiva de cães e gatos contribui para que haja um descontrole no tamanho populacional destes animais no município, tanto nas residências da população, principalmente em sua parcela socialmente mais vulnerável, como nas vias públicas. Devido ao constante aumento desta população, os acidentes relacionais a estes animais como atropelamentos, mordeduras e zoonoses, vêm aumentando substancialmente; por conta destes transtornos, segundo Luiz, o programa se faz necessário. Ocorre que, atualmente a Secretaria de Agricultura junto com o grupo ‘Amamos Animais’ estão buscando parcerias para alavancar recursos, para assim poder dar início aos trabalhos de castração.

A Secretaria fará a seleção das clinicas veterinárias instaladas no município, que expressem interesse em prestar este serviço a administração pública por um período de 12 meses. Os valores das esterilizações serão mais acessíveis, de forma que os valores estabelecidos sejam condizentes com os custos dos materiais utilizados para a realização dos procedimentos. Além disso, cada animal castrado receberá um microchip o qual será implantado na região dorso-caudal do pescoço, estre as escápulas. Através da microchipagem a Secretaria passará a ter um cadastramento dos animais assim como os dados dos proprietários e da clínica veterinária responsável pela intervenção.

Lembrando que o número de procedimentos cirúrgicos realizados por meio do programa ficará delimitado pela quantidade de dinheiro arrecadado. “A meta é ajudar os animais mesmo e as pessoas que não tem condições de esterilizar o animal, isso tudo para evitar um número alarmante de crias indesejadas”, salientou J.R. em entrevista para a reportagem do Jornal O Diário. Os interessados em ajudar e colaborar com o programa devem ir até a Secretaria de Agricultura, localizada no prédio da CEPLAC (av. Ariosto da Riva).

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