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‘Dia Internacional da Mulher’: mais de 1.500 mulheres registraram ocorrências na Delegacia Civil de Alta Floresta em 2018

Bruno Felipe / Da Reportagem

Para muitos, o dia 8 de março é apenas um dia para dar flores e fazer homenagens às mulheres, mas diferentemente de diversas outras datas comemorativas, esta não foi criada pelo comércio e tem raízes históricas mais profundas. Na década de 70, o ano de 1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e o dia 8 de março foi adotado como o ‘Dia Internacional da Mulher’ pelas Nações Unidas, tendo como objetivo lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, independente de divisões nacionais, étnicas, linguísticas, culturais, econômicas ou políticas.

Em Alta Floresta, desde que foi reativado em 2016, o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher vem atuando na defesa e proteção das mulheres vítimas de quaisquer violências no município. Com apoio do Ministério Público e das forças de segurança pública como Polícia Militar e Civil, o Conselho possui mais agilidade de encaminhar e resolver os problemas. Todas as ações são sigilosas para que nenhuma vítima sofra ameaças posteriormente as denúncias. “Eu me coloquei a disposição para participar dessas ações, para contribuir com a sociedade e com as mulheres, para que assim nós possamos diminuir os índices da violência, não somente através do Conselho, mas através de políticas públicas voltadas para as mulheres”, disse a presidente do CMDM, Ilmarli Teixeira, em entrevista para a reportagem do Jornal O Diário. Desde o início da gestão de Ilmarli, em julho de 2018, seis mulheres foram atendidas pelo conselho e todas conseguiram algum tipo de medida protetiva contra os seus agressores que na maioria dos casos eram os próprios companheiros.

De acordo com informações da Delegacia Regional de Polícia Civil de Alta Floresta, comandada pela Delegada Dr. Ana Paula Reveles, somente no ano de 2017 houve o registro de 1876 ocorrências de quaisquer naturezas onde as principais vítimas eram mulheres. Em 2018, o número reduziu para 1641 ocorrências. Conforme divulgado, em 2017 houve o registro de 04 homicídios dolosos (com intenção de matar) e 183 ocorrências de lesão corporal. Em 2018, não houve registros de homicídio doloso, porém, houve 01 homicídio culposo na direção de veículo. Já o número de ocorrências de lesão corporal, reduziu para 173. Em todos estes casos a vítima era do sexo feminino.

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