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Para CHTP, não houve prejuízos para comerciante e lanchonete está em área onde “é proibido qualquer tipo de construção”

Comerciante reclama na justiça a falta de acesso à comércioA assessoria da CHTP, afirmou à reportagem do Jornal O Diário, que pretende contestar judicialmente a denúncia oferecida pelo empresário Ademilson Ferreira dos Santos, popular Tuca, alegando que não houve o prejuízo comercial informado pelo comerciante em função da pavimentação da MT 206. “A pavimentação trouxe uma série de benefícios tanto para a comunidade de Paranaíta, quanto para a região e aos usuários dessa Rodovia. Após a pavimentação da MT-206, no trecho Paranaíta – Alta Floresta é notório a expansão do comércio do senhor Ademilson e dos investimentos que ele já realizou em razão do aumento do movimento de clientes, graças ao asfalto, pois facilitou o tráfego e o acesso de pessoas ao local”, explica a  nota enviada pelo jornalista Átila Rocha.

A CHTP afirmou que “em nenhum momento”, o empresário solicita na ação judicial, que seja construído um acesso à sua lanchonete, baseando a sua pedida unicamente em “uma indenização altíssima por queda de movimento”, afirma a Companhia. Sobre o acesso à lanchonete, a nota explica, “tanto antes, como durante e depois da obra de pavimentação se verificou e se verifica a existência de um acesso para o comércio em questão”.

A empresa inclusive alerta o empresário de que, o imóvel onde está instalada a lanchonete, encontra-se “em faixa perimetral de domínio do DNIT e enquadrada legalmente como APP (área de preservação ambiental) para a qual é proibido qualquer tipo de construção”.

E por fim, em resposta à reportagem do O Diário, sobre outros pontos da rodovia, como por exemplo, a entrada da 5ª Oeste, aonde há um cruzamento “sem área de escape”, a empresa afirma que a rodovia seguiu “padrões técnicos de pavimentação” previstas pela Sinfra e DNIT/MT. “A obra de ampliação e pavimentação da antiga estrada de chão da MT-206 que ligava Alta Floresta à Paranaíta foi solicitada pelo Governo do MT e doada pela CHTP seguindo todos os padrões técnicos de pavimentação asfáltica previstas pela Secretaria de Infraestrutura do Estado de Mato Grosso e pelo DNIT/MT o que incluiu áreas de escape ou acostamentos, conforme projeto aprovado pelo mesmo.

A reportagem perguntou para a empresa sobre o dialogo entre o senhor Carlos Manzoni e não obteve resposta. A entrevista se deu por meio de correio eletrônico.

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