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Startup cria games educativos para consolidar aprendizado nas aulas

tela04A startup Xmile quer levar jogos educativos às escolas particulares, mas sem esquecer das públicas. A desenvolvedora de games estreia no Colégio Dante Alighieri, na São Paulo, com o jogo “Mistério dos Sonhos”, voltado para crianças matriculadas nas 1ª e 3ª séries, do Ensino Fundamental.

Os estudantes com idade entre 5 e 6 anos terão que auxiliar o Barão Bom Trampo a desvendar o sumiço da Grande Bola de Lã. Em 2013, serão 84 crianças jogando o game. Os primeiros oito episódios de um total de 120 que compõe o jogo ficam prontos nesta semana.

“O nosso propósito não é ensinar. Para o aluno, é a oportunidade de consolidar conceitos aprendidos na sala de aula. Ele tem a chance de aprender uma coisa bastante instrutiva com a qual, em muitos momentos, nós como estudantes nos deparamos: ‘Ok, como vou aplicar isso?’. A gente tenta com o mundo digital emular a vida real”, diz Nicolas Peluffo, presidente-executivo da Xmile.

“Em segundo lugar, os problemas inseridos no jogo deixam a criança pensar dali para a frente, não tem fórmula, não tem orientação, porque na vida é assim. Mas se ela não conseguir sozinha, o jogo dá dicas”, afirma.

Os jogos também contêm mecanismos úteis aos professores, pois mostram a eles em quais conteúdos os alunos apresentam mais dificuldades. Os pais também terão controle sobre quais conteúdos são acessados (músicas, vídeos etc.) e por quanto tempo.

Para avançar não só entre as escolas particulares, como o Dante, a Xmile criou uma estratégia. A cada escola privada que passa a utilizar o jogo, uma pública receberá licenças para utilizá-lo também.

Para haver contato entre as duas, a empresa criou o sistema de escolas irmãs, que conecta professores e alunos das duas instituições para trocar experiências.

Em 2014, a empresa pretende vender 7 mil licenças, segundo Nicolas Peluffo, presidente-executivo da Xmile. “O nosso objetivo, no médio prazo, é atingir toda a educação básica, universo de 45 milhões de alunos, dos quais 88% estão na rede pública”, diz.

Para isso, a companhia começará a desenvolver outros dois jogos, que cubram as outras séries do Ensino Fundamental. Com planos de atingir governos municipais e estaduais, a Xmile desconta em mais de 60% os preços para escolas públicas. Enquanto os games saem a R$ 20 mensais por aluno para as privadas –R$ 16 nesse primeiro ano–, ficam em R$ 6,70 para as públicas.

“Nosso objetivo é chegar ao ensino médio em 2015. A gente tem a estratégia de como vai abordar esses jogos, tanto a forma como o objetivo de jogar, porque são alunos diferentes e, portanto, a necessidade deles é diferente”, diz.

Fonte: G1

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