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Remoção da faixa de pedestres recém-instalada na Av. Ariosto da Riva gera discussão na Câmara

Bruno Felipe / Da Reportagem

Durante a Sessão Ordinária de ontem (04/09) os parlamentares aprovaram por unanimidade o Requerimento nº059/2018 que solicita ao Secretário Municipal de Assuntos Estratégicos, Reinaldo de Souza (Lau), que envie as razões que motivaram a remoção da faixa de pedestres recentemente construída na Avenida Ariosto da Riva, em frente ao Centro Comercial, para apreciação da Casa de Leis. Muitos parlamentares, durante seus pronunciamentos, falaram a respeito do fato ocorrido na semana passada; o vereador Cidão, por exemplo, chegou a se exaltar dizendo que a situação foi apenas um desperdício de dinheiro público e falta de respeito com a sociedade.

O requerimento foi de autoria do vereador Valdecir José “Mendonça”, o mesmo parlamentar que realizou a indicação na Câmara para a implementação da faixa naquele local. Segundo ele, desde o ano passado que a comunidade o cobrava para que fosse implantada uma faixa no local, devido à presença de muitos comércios e ao constante fluxo de veículos, o que para ele, propicia para ocasionar acidentes. Muitos parlamentares indagaram também sobre o porquê que a retirada foi feita na maciota durante o período noturno.

Para a reportagem do Jornal O Diário, a parlamentar Aparecida Sicuto (PMDB) que é líder na Câmara da Prefeitura Municipal, disse que a retirada da faixa aconteceu por conta de várias reclamações da própria população onde a justificativa seria que a faixa em questão estaria atrapalhando o fluxo do trânsito. “Acredito que se nessa resposta conter algo errado e o responsável que não observo antes se estava de acordo com a legislação ou não, tem que ser responsabilizado sim, pois se ele está ali tem que saber o que está fazendo”, disse Cida em entrevista ao Jornal O Diário.

Vale ressaltar que o parlamentar Mequiel Zacarias (PT) se pronunciou na tribuna sobre a situação e disse que assim que a resposta chegar à Casa de Leis providenciará uma auditoria. “Porque querendo ou não foi recurso público aplicado, se foi aplicado de maneira irresponsável quem fez dessa maneira tem que devolver o recurso para a Prefeitura”, salientou Mequiel em entrevista para a reportagem do Jornal O Diário.

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