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Por calote em fornecedores, Hospital Regional pode fechar suas portas nas próximas 24 horas

vida_55Nas próximas 24 horas, se o Governo do Estado não tomar a atitude de honrar seus compromissos financeiros com fornecedores do Hospital Regional Albert Sabin, a unidade de saúde poderá fechar suas portas. Ontem, de maneira emergencial, a direção do hospital conseguiu adquirir uma quantidade ínfima de oxigênio e gás de cozinha, cujo estoque pode não durar mais do que 24 horas. Só para se ter uma ideia, caso seja necessário a utilização de oxigênio tanto nos pacientes que já estão internados no HRAS, ou mesmo em caso de novas entradas de acidentados, por exemplo, o estoque de oxigênio pode diminuir drasticamente, chegando “a zero”.

No final da tarde de ontem, o diretor do Hospital Regional José Marcos, entregou em mãos um ofício ao Promotor de Justiça dr Luciano Martins, explicando a realidade do que se passa dentro da unidade de saúde. Nossa reportagem tentou uma entrevista com José Marcos, que pediu para se pronunciar hoje pela manhã, já que ele espera que dê resultado outra cobrança que fez, ao secretário de Saúde do estado, para que este se sensibilize com a situação. Na semana passada o secretário teria afirmado para a direção do HRAS que uma equipe da secretaria estaria organizando uma força tarefa para efetuar os pagamentos dos fornecedores, dentre eles os médicos, para regularizar o atendimento dos médicos, que está paralisado há mais de uma semana. O estado não cumpriu o que prometeu e o Hospital que já estava na UTI, agora entrou em estado de coma.

A reportagem do O Diário tentou contato com o Promotor de Justiça Dr Luciano Martins, que, no momento em que foi procurado por nossa equipe, por volta das 18 horas, já estava em casa. Através de sua assessoria, por telefone, Dr Luciano disse que atenderia sobre o hospital apenas na manhã desta terça-feira.

A reportagem do o Diário já apurou que, ainda nesta semana, de maneira emergencial, é possível uma reunião com os secretários de saúde dos municípios que compõem o Consorcio de Saúde do Alto Tapajós para cobrarem o Governador Pedro Taques uma solução para a unidade de saúde que é responsável por atender a toda a região. A cobrança deve ocorrer por decisão da CIR – Comissão de Intergestores Regionais, que abrange a todos 6 os municípios de nossa região territorial.

Além de oxigênio e gás de cozinha, já estaria faltando remédios primordiais para o funcionamento do hospital regional e até gaze para serem feitos curativos em pacientes, numa situação nunca antes verificada em Alta Floresta.

 

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