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Tiro e Queda – Sexta Feira

Definitivamente, a internet, se bem utilizada, pode ser um belíssimo aliado do cidadão. No Tiro e Queda de hoje quero relatar uma situação relatada pelo internauta José Evandro Navarro, que relatou em sua página no facebook, ter procurado a escola Benjamin Padoa para matricular seus três filhos, mas teria sido informado, segundo seu relato na postagem, que não havia mais vagas. Ele afirmou que procurou duas vezes a instituição e foi recebido por um funcionário que lhe negou a vaga. Ele afirmou ter sido atendido “muito bem por sinal”, mas reclamou da falta de vaga.

A revolta de Navarro é que, após ser informado pela segunda vez da falta de vagas, ele pediu ao funcionário da instituição que certificasse a negativa de matricula através de algum documento. “Solicitei um documento da escola com a negativa da matrícula, ele ligou para a diretora a mesma que não se encontrava na escola por 2 vezes, ela não autorizou ele a fazer o documento”, explicou por meio de sua postagem. “Bem vamos procurar outras alternativas”, emendou.

A explanação do internauta veio acompanhado de uma reclamação que, acredito, seja pertinente. É comum nas instituições públicas a gente ver aqueles cartazes afixados em vários locais (na escola ele relatou que está em três locais apenas na secretaria) aonde se define ser crime desacatar funcionário público no exercício da função. Não houve relato algum de desacato, mas a solução deixada pelo internauta é que seja providenciada a informação de outras leis importantes, como a que citou, Lei 11.700/2008 que, modificou o artigo 4º da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), “garante vaga em escola pública de educação infantil ou de ensino fundamental próxima à residência às crianças a partir dos 4 (quatro) anos de idade.”

Bem vindo ao mundo dos “deixados de lado”. É só isso que eu posso dizer a alguns órgãos de imprensa da Capital que tem publicado críticas ao ex-secretário de comunicação Marcos Lemos, o Marcão, a quem acusam de ter praticado “o maior calote institucional da imprensa regional”, já que deixou de pagar “compromissos legalizados com veículos de comunicação” ao mesmo passo que fez transferências milionárias ao setor gráfico de Cuiabá.

Só posso dizer uma coisa, “ardeu né?” Pois saibam senhores que hoje reclamam, que a “imprensa regional” no governo de Silval Barbosa esteve sempre adstrita aos órgãos de imprensa da capital. Do interior, um ou outro “gato pingado”, para talvez justificar a distribuição de verbas oficiais. Quem chora hoje o abandono do ultimo mês de 2014, são os mesmos que sempre sorriram enquanto a imprensa do interior tomava “chá de cadeira” tentando amealhar um pouco da verba publicitária que, como visto fartamente nos últimos tempos, era distribuído em grande numero a poucos órgãos de imprensa da capital do estado.

Vai mudar com Taques no Poder? Sei não, mas se ele mantiver a proposição de acabar com a bagunça que se instalou na Secretaria de Comunicação, e se conseguir ao menos dar um pouco de equidade na distribuição da verba publicitária do estado de Mato Grosso, já teremos (os profissionais da imprensa do interior) ao menos um motivo para comemorar…

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