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Bullyng no ‘busão’: Vereador faz cobrança ao Executivo para que seja criado cargo de Monitor de Transporte Escolar em Alta Floresta

Bruno Felipe / Da Reportagem

Durante a sessão ordinária de ontem, terça-feira (28/05), o vereador Charles Miranda, no uso da tribuna, voltou a falar sobre a situação de crianças, principalmente da Zona Rural, que estariam sofrendo bullying dentro do Transporte Público Escolar. Segundo o parlamentar, devido as agressividades presenciadas dentro dos veículos, os motoristas acabam perdendo a atenção e muitos ficam até doentes por conta do elevado stress.

A reportagem do Jornal O Diário já havia conversado sobre o assunto com o vereador após ele comentar sobre a situação durante seu pronunciamento na tribuna.  Desta vez, Charles apresentou uma indicação de nº 194/2019, solicitando ao Prefeito Asiel Bezerra para que faça a criação do cargo de Monitor de Transporte Escolar, observando a forma adequada de provimento de cargo público, com finalidade de segurança, acompanhamento e a organização da atividade, desde o embarque dos alunos até o desembarque na escola, assim como desde o embarque, no final do expediente escolar, até o desembarque nos pontos estratégicos.

De acordo com o vereador, quando se trata de violência contra menor e agressões contra deficientes, o executivo precisa dar prioridade “porque isso afeta não só a pessoa com deficiência, mas também a família toda que fica revoltada porque o filho fica desestimulado e triste”, disse Charles.

O Jornal O Diário já mostrou casos parecidos quando um vídeo filmado dentro de um ônibus escolar foi divulgado nas redes sociais. Nas imagens, uma criança de aproximadamente 8 anos, estudante da rede pública de ensino, é incomodada por diversas vezes por alunos maiores e é possível perceber que o menor é alvo de zombaria pelos demais colegas. Na época, os pais e/ou responsáveis das crianças que aparecem no vídeo foram chamados para uma reunião de esclarecimentos, juntamente com o Conselho Tutelar de Alta Floresta e a Secretaria Municipal de Educação. Neste caso, foi comprovado que houve sim bullying, porém, os pais afirmaram que as atitudes não passaram de uma simples brincadeira de criança. O caso foi encaminhado para o Ministério Público o qual fez as avaliações e posteriormente as devidas punições aos envolvidos.

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