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Dia do profissional Agente Comunitário de Saúde foi celebrado com atividades recreativas em Alta Floresta

Bruno Felipe / Da Reportagem

Na última sexta-feira (04/10) foi celebrada em todo o Brasil o Dia do Agente Comunitário de Saúde, ou apenas ACS. Este profissional é responsável por fazer a ligação entre a comunidade e as unidades de saúde. A criação dos ACS tem sua origem no estado do Ceará quando foram criados em 1987. Na época, o objetivo era reduzir a mortalidade infantil, dar uma alternativa de trabalho às mulheres e, principalmente, estender o direito à saúde a todos os cidadãos daquele estado. Rapidamente, o governo federal incorporou a ideia ao Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS), em 1991.

De acordo a enfermeira Leticia Viotoo, para ser um ACS é preciso ter o ensino fundamental completo, ser maior de 18 anos e ser aprovado num concurso público estadual ou municipal. Obrigatoriamente, o ACS deverá residir ao menos dois anos na microárea onde atuará. Por conta desse dia especial, a Secretaria Municipal de Saúde promoveu uma série de atividades especiais de lazer para as ACS’s de Alta Floresta. A reportagem do Jornal O Diário acompanhou parte das atividades que foram realizadas no Ginásio de Esportes. A piscina do local foi liberada e todas as agentes relaxaram sob o sol. Foi realizada ainda gincanas e sorteio de prêmios.

Em entrevista para a reportagem do O Diário, a enfermeira e também coordenadora da Atenção Básica, Leticia Viotto, explicou que o dia foi exclusivamente delas, uma forma de voltar o olhar da secretaria para os servidores. “A ideia é manter esse projeto todo ano e fazer um dia voltado para elas no sentido de lazer, atividade física… a ideia mesmo é oferecer um dia diferente para elas, cuidando de quem nos ajuda a cuidar de tantas famílias do nosso município”, disse Leticia.

Além das gincanas, as ACS’S realizaram atividades recreativas com a equipe do NASF e também passaram por sessões de auriculoterapia, uma técnica milenar que consiste na estimulação mecânica de pontos específicos do pavilhão auricular (orelha) para aliviar dores e/ou tratar problemas físicos e psíquicos; além disso, pode ajudar a diagnosticar doenças através da observação de alterações nestes pontos. Lembrando que atualmente a categoria conta com cerca de 80 profissionais e é a maior em relação a número de servidores dentro da Secretaria. “A gente fala muito disso com os usuários, com os pacientes e elas também faze parte desse contexto, elas também têm o momento de serem usuárias do SUS”, concluiu Leticia.

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