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TIRO E QUEDA 03.05

TIRO 01

A prefeita interina Marineia Munhoz exonerou ontem a agora ex- adjunta de Cultura e Juventude, Flávia Bulhão.

Foi necessário uma série de “ações infrutíferas”, para ficar nesta expressão, na pasta para que a decisão fosse tomada. Em conversa com a prefeita, ontem, ela se limitou a dizer que a ex adjunta não enquadrava no perfil de administradores que ela entende como necessária para o serviço público.

Mas nós vamos listar alguns dos motivos que poderiam ter levado à exoneração da Bulhão.

  • Carnaval de 2017 foi cercado de mistéééério, a ponto de ter havido denúncia junto à Secretaria Estadual de Cultura. Há pessoas que trabalharam no Carnaval e que até ontem (pelo menos enquanto escrevia este texto) não haviam recebido, dentre eles alguns artistas que deveriam ser respeitado pela ex-adjunta.
  • Cobranças de ingressos em eventos do setor público, em pelo menos dois deles, foram cobrados ingressos e, ao menos do que se tem notícia, não houve prestação de contas de valor arrecadado e aonde foi gasto.
  • Televisores doados por uma empresa particular, para que fossem sorteados aos cidadãos no aniversário da cidade no ano passado, até ontem, não se sabia o paradeiro, a prefeita teria cobrado essa informação; nós ainda não temos.
  • Réveillon de Alta Floresta, organizado, planejado e executado pela equipe de assessoria do deputado Romoaldo Junior, mas “na hora h”, a Bulhão se apoderou do microfone e não respeitou sequer aos profissionais que trabalharam de fato, o caso repercutiu negativamente para ela. Informações de bastidores apontam até mesmo para uma suposta investida no caixa do bar aonde acontecia o evento, o caso ganhou uma “operação abafa” e nunca foi tornado público.
  • Desrespeito crasso em desfavor do artista plástico Paulo Roberto Paulinho, que pintou uma obra de arte no letreiro da entrada da cidade, da noite pro dia a ex-adjunta mandou cobrir a obra de arte em tinta branca, a ordem atingiu também ao prefeito Asiel Bezerra, que “encomendou” a obra de arte e ao erário, já que foram gastos recursos públicos para fazer e outro tanto para desfazer o que havia sido feito.
  • Uma foto em que o filho da ex-adjunta aparece de uniforme escolar, em horário que curiosamente “combina” com o horário de saída de aula, em carro da Secretaria de Cultura, aonde o único passageiro era seu filho. Quando descobriu que a foto havia sido encaminhada ao prefeito, a Bulhão se apressou em dizer que o menino estava indo em casa para buscar um documento para um suposto projeto, a história ficou mal contada, não há notícia se alguém levou à frente tal denúncia.
  • A “pá de cal”, se se pode dizer isso, aconteceu na semana passada, quando a Bulhão teria apresentado à prefeitura um orçamento para a aquisição de uniformes para a fanfarra. O valor “mais barato” encontrado por ela foi de R$ 27.000,00. Curiosamente, o mesmo uniforme, com quantidade e especificações, foram adquiridos pela prefeitura por R$ 10.700,00, uma economia de quase o triplo.

Se precisar continuo o Tiro e queda de amanhã neste assunto, se bem que… passado é passado, né!

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