quinta-feira , julho 19 2018
              
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Tiro e Queda Sexta Feira

Mais um final de semana chegando e, ainda, a preocupação com relação á segurança pública. Alta Floresta viveu esta semana dois episódios incrivelmente violentos e que, em tese, a gente só vê pela televisão, e ainda assim nos grandes centros. Pois bem… não é matéria da TV não, é Alta Floresta.

Já tratado aqui, tivemos a troca de tiros entre policiais e bandidos que culminou na morte de dois bandidos e a prisão de um terceiro, isso na manhã de quarta-feira.

Ontem, pela madrugada, por volta de uma hora da matina, um grupo de pessoas, sem o menor temor de serem reconhecidos, pois não apresentavam nenhum capuz, capacete, ou qualquer coisa que pudesse lhes dar um mínimo de privacidade, entraram no hospital regional, fizeram reféns todos os funcionários que viam pela frente, obrigaram um enfermeiro a leva-los até um paciente que estava internado desde a noite de domingo e executaram o moço com  pelo menos 9 tiros a queima roupa.

O rapaz morto, não é nenhum santinho, com várias passagens pela polícia, principalmente quando era “de menor”, aparentemente, e certamente, tinha alguma rixa com os responsáveis pela execução. Fala-se em drogas e até em envolvimento amoroso do rapaz com alguma mulher de traficante ou coisa parecida. Mas o certo é que ele foi morto e, só se a polícia pegar os bandidos é que poderemos ter uma resposta sobre os motivos.

Mas, independente de quais sejam os motivos, o que mais preocupa mesmo é a falta de segurança que Alta Floresta está passando e, neste caso em específico, o hospital regional. Praticamente todos os dias estamos tendo algum problema com roubos, assaltos, brigas de gangs e coisas parecidas. Quando nestes acontecimentos alguém se machuca é encaminhado para o hospital regional e… bem… a partir de então, os funcionários do HRAS que deveriam ter tranquilidade para realizar seus serviços acabam ficando à mercê, sem segurança alguma.

Neste caso em específico, há um grande erro por parte da direção do hospital, que mesmo alertado sobre a periculosidade do cidadão que lá estava, e que haveria o risco da invasão, aparentemente, não tomou as providencias necessárias.

Numa conversa com o vereador Elói Crestani, que é presidente do Sindicato dos Vigilantes patrimoniais, ele disse que o que deveria ser feito era a transferência do elemento que hoje está morto para um hospital que tivesse como garantir a segurança do paciente e que ficasse longe de Alta Floresta, justamente para dificultar o acesso dos bandidos que entraram e executaram o paciente.

Bom, pra fechar o assunto, raciocina comigo. O rapaz morto não “morreu de graça”, certo? Alguma coisa de errado deve ter acontecido. Pode ter sido um “acerto de contas”, uma “queima de arquivo” ou até mesmo a possibilidade levantada de “uma traição amorosa” que ocasionou tudo isso. Porém, o rapaz tem amigos, talvez gangue, que conhece quem o matou, que já provaram ser parte de um grupo que não tem preocupação com nada, tanto que não fizeram questão de esconder os rostos na ação. Desta forma, é de se supor, que possa “vir troco”… então…

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