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Avião que piloto altaflorestense conduzia teria caído em área de difícil acesso

Altair Nery
Da Reportagem

A família de Valdemir Elias Couto, o “Junior Couto”, piloto de 33 anos, recebeu a pior notícia que poderia ter recebido nesta quinta-feira, 31 de janeiro. Um avião Cessna 210 foi localizado em uma região de difícil acesso e identificado como sendo a aeronave que ele assumiu na região de Tabocal, no estado do Pará. No domingo, 27, entre 8h30 e 9h, Junior Couto pegou uma carona com um colega de profissão, no aeroporto de Alta Floresta e foi deixado em um pista de garimpo chamada Tabocal no Pará, onde pegou o Cessna 210 e a partir daí desapareceu, não dando mais notícias à família. Na terça-feira, 29, a família registrou um Boletim de Ocorrências, informando o desaparecimento do piloto.

A partir de então teve início uma série de boatos em grupos de whatsApp, com informações desencontradas, inclusive que o avião teria caído na cabeceira de uma pista na cidade de Colniza. A reportagem do O Diário confirmou com servidores da Delegacia de Colniza que não havia nenhuma ocorrência desta natureza naquele município.

Ontem, por volta do meio dia, uma nota atribuída há um parente do piloto, anunciava, sem qualquer informação mais detalhada que o piloto havia falecido. “É com o coração partido que a Família de Junior Mendes Couto comunica o seu falecimento, será celebrado uma missa hoje as 19:30h na Igreja Matriz em Alta Floresta/MT”, afirmava a nota.

À tarde a reportagem conseguiu confirmar através de uma pessoa do meio familiar do piloto, que de fato o óbito havia sido constatado e que o local aonde o avião caiu é de difícil acesso e, em princípio, não há como efetuar as buscas. À tarde os familiares receberam a visita de um padre para levar um mínimo de conforto aos seus corações.

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