Últimas Notícias

TIRO E QUEDA – 07.05

TIRO 01

Apareceu.

Um dos três aparelhos de TV, que foram doados pelo Hamoa Resort, em  2017, para ser sorteado durante o desfile cívico, “apareceu” durante a premiação da Caminhada da Natureza realizada pela prefeitura.

Os aparelhos, no total de três, foram doados pelos responsáveis pelo empreendimento, como forma de comemorar a inauguração que ocorreu naquele momento (maio de 2017) e o sorteio seria no dia 19 de maio durante o desfile, mas choveu durante o evento o que dispersou aos populares. A decisão naquele momento foi de adiar o sorteio, que nunca aconteceu.

O ato de utilizar o aparelhos de TVs para um evento da administração é algo louvável, afinal, o empreendimento doou os aparelhos para que a prefeitura encontrasse uma finalidade plausível, não há informação de que tenha sido condicionado à algum tipo de sorteio, aliás, nunca houve nenhuma informação à população, tanto que se conjecturou que os aparelhos haviam “sumido”.

Quando nós aqui do O Diário, que estávamos presentes na cerimônia de entrega dos prêmios  da caminhada, descobrimos que se tratava de uma doação do Hamoa, perguntamos a um servidor da prefeitura se se tratava de um daqueles três aparelhos e a resposta foi positiva.

Aí perguntamos sobre os outros dois aparelhos e a resposta foi um “sonoro e barulhento” silêncio. Isso mesmo, ninguém na Cultura, ou em algum outro departamento da prefeitura sabe aonde foram parar os dois outros aparelhos de TV doados no ano passado. Ao menos um deles, esse que foi entregue na sexta feira, teve finalidade digna. E os outros dois? Permanece o silêncio.

Mudando de assunto. E agora a coisa vai ficar séria, vamos tratar de um atentado à facadas.

Nos meus quase 30 anos de imprensa, maioria deles dedicadas ao jornalismo, sempre reportei histórias interessantes, algumas bizarras, outras trágicas, mas confesso…CONFESSO… nunca havia noticiado um “esfaqueamento à uma parede”.

Como tudo tem a primeira vez, vamos lá. A e-x da Cultura de Alta Floresta, na ultima quinta-feira, “esfaqueou” a parede da sala aonde ditava as ordens no prédio do Centro Cultural.

A “vítima”, não falou se irá representá-la na Polícia, por agressão, atentado, ou qualquer outro crime contra a pessoa, porque, não se trata de uma pessoa e sim de uma parede.

Para a sorte da agressora, parede não fala, e ah se falasse, o que diria? nos contaria tantas histórias, talvez até nos dissesse aonde estão as outras duas TVs, talvez nos contasse (de contabilizar mesmo) quanto foi arrecadado nas bilheterias de alguns eventos que deveriam ser públicos, se parede falasse… e se pudesse reclamar das facadas que recebeu.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Required fields are marked *

*

Scroll To Top