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Vereador afirma que há ao menos um caso suspeito de zika vírus em Alta Floresta

MOSQUITOPode até parecer paranoia, mas o caso aparentemente é grave e requer das autoridades todos os cuidados necessários para que a população não sofra as consequências. E o vereador Paulinho Jiló (PROS) tratou de demonstrar a gravidade da situação em seu pronunciamento ontem  na sessão ordinária da Câmara de Vereadores, ao indicar que uma pessoa, com suspeita de zika virus, procurou uma unidade de saúde, só que não foi atendida. “Lá no São José Operário tem uma menina que os sintomas são os mesmos, não podemos falar que é, mas após o exame sim, mas como os sintomas são os mesmos a família preocupada foi ao posto do São José Operário e como já não tinha mais ficha, ela conseguiu ir para o Bom Jesus”, afirmou.

O vereador Dr Charles, que é médico, procurou tranquilizar a população, afirmando que os sintomas das três doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti, dengue, chikungunya e zika, têm alguns sintomas semelhantes. “Sempre bom lembrar que as viroses são quase todas as mesmas clínicas, com mesmos sinais e sintomas, o importante é diferenciar se é uma dengue, se é uma zika ou se é o chikungunya, qual doença pode ser”, Explicou Dr Charles.

“A secretária de estado de Saúde do Mato Grosso, mandou tranquilizar, que não é bem assim, que está tudo tranquilo mais a realidade não é essa, para virar uma epidemia é daqui pra ali” destacou o vereador Paulinho Jiló.

Prevenção – A principal forma de prevenção é acabar com a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em águas paradas, segundo o vereador e médico Charles Miranda Medeiros o primeiro passo é a conscientização, “o que a gente orienta e sugere é que a primeira medida seja a conscientização da população, que a população receba educação em saúde para que as pessoas entendam como é a transmissão, e como é a evolução da doença”, para o médico o município deve construir centro específico não correr risco de novas contaminações, “a secretaria de saúde tem que ter cuidado, tem que informar e tem que capacitar também seus funcionários para que todos os casos suspeitos sejam encaminhados para um centro de referência, do mesmo jeito que tem centro de referência para Aids e doenças sexualmente transmissíveis era ideal terém um centro de referências para essas doenças causadas por vírus e ai nós ganharíamos esta guerra e conseguiríamos evitar mortes”, destacou.

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