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Tiro e Queda – Quarta Feira

Na tentativa de se firmar como Procurador Geral do Estado, e ser reconduzido ao cargo, o procurador Paulo Prado se opôs à oposição feita pela ONG MORAL, que atua na capital aos moldes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. A ONG pede que ele tenha o nome preterido na lista tríplice apresentada ao governo do estado, por causa de uma planilha encontrada na casa do ex-secretario da Fazenda Eder Moraes, um dos principais pivôs da operação Ararath. Na planilha foram encontrados os nomes de 47 promotores de justiça com inscrições de valores que supostamente tenham sido destinados aos promotores. Paulo Prado aparece com uma inscrição com o valor de R$ 509,867,13, sendo indicado como “valor a pagar” R$ 387.584,19.

Na mesma lista aparecem os nomes de vários outros promotores de justiça, inclusive um que já passou por Alta Floresta, Dr Marcelo Vaccheano, cujo valor, curiosamente, é maior do que o identificado à Prado, R$ 599,144,13, como valor principal, e R$ 330,044,84 como valor a pagar.

Mais tarde, os “pagamentos estranhos”, foram identificados por Paulo Prado como sendo relativos a créditos trabalhistas dos promotores e procuradores de Justiça. Paulo Prado destaca que o valor que aparece ao lado de seu nome na planilha apreendida pela Operação Ararath (R$ 516,7 mil) é relativo a férias e licença prêmio não tiradas a seu devido tempo e acumuladas.

A ONG MORAL aparentemente não “engoliu” e tenta agora impedir a recondução de Prado à PGE. Pepino dos grande para o Governador Pedro Taques resolver.

Mudando de assunto:

Funcionários do Hospital Regional de Alta Floresta aguardam a vinda do interventor, que não estava na cidade, para receber informações, explicações, orientações, enfim, de como será conduzido o HRAS com o novo governo. A dúvida que surge é quanto aos funcionários contratados, que segundo as primeiras explanações, serão afetados nos primeiros 90 dias de 2015. Ocorre que, nas mesmas explicações sabre as contratações, também há a informação do próprio governador no sentido de que a saúde (e a segurança pública) não será afetada. Há muitas dúvidas e que só serão explicadas com o retorno do interventor, aliás, como homem de confiança do ex-governador Silval Barbosa, a própria continuação do interventor é uma das discussões, já que o cargo tem sido discutido por duas das alas politicas que apoiaram Taques nas eleições passadas, o próprio PDT e o PSDB que têm lá as suas forças, o primeiro é o partido do governador e o segundo, do deputado federal Nilson Leitão, que tem grande penetração no governo de Taques. Há quem diga que é mais importante para o governador “agradar” Leitão do que o seu próprio partido, é esperar para ver.

Alheios á estas “discussões de ordem política”, o que os funcionários querem saber (e merecem) é como ficarão seus empregos. Deve ocorrer uma reunião entre funcionários e o interventor, talvez ainda hoje, para as definições que se seguirão.

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