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Tiro e Queda – Terça Feira

A situação dos funcionários do Hospital Regional de Alta Floresta, que estão sem receber ao menos uma parcela do 13º salário e quatro meses (na versão da assessoria de imprensa são dois meses) de tickets alimentação relativas ao ano passado.

Tá, mudou o governo, só que o funcionário nada tem a ver com isso, trabalhou e não pode ficar no prejuízo só porque o novo comando político do estado decidiu. É simples assim.

O Conselho Municipal de Saúde se posicionou ontem a noite, em uma mensagem em sua página nas redes sociais, que confirma o que O Diário vem divulgando desde a semana passada, diz a mensagem: “Servidores do Regional não receberam ainda. Tratam-se de verbas alimentares que não podem deixar de ser pagas”, diz a pequena nota.

Na semana passada, na quinta-feira, 08, pelas redes sociais, o Conselho convocou os funcionários que estejam com verbas atrasadas a procurarem o Conselho de Saúde. “Os servidores do Hospital Regional que por ventura estiverem com verbas laborais e salariais atrasadas podem procurar o CMS/AF . Verbas salariais são consideradas verbas de natureza alimentar e não podem sofrer atrasos além dos limites legais”, afirma na convocação.

O Conselho de Saúde afirmou que não admitirá atrasos salarias dos servidores, “o CMS no uso de suas atribuições de nenhuma forma irá admitir o atraso de 90 dias, 60 dias (ou menos) no salário dos servidores da saúde seja de qualquer esfera, pois todos tem contas, pensão, medicamentos, aluguel pra pagar. Empresa que não valoriza servidor está fadada ao fracasso e palavras não enchem a barriga de ninguém”, afirmou.

Nesta semana, segundo o assessor de imprensa da unidade de saúde, serão pagos o 13º e dois meses de tickts alimentação. Ele já havia prometido isso para a semana passada.

E por falar em saúde, a manutenção do sistema de gerenciamento da saúde por OSs voltou a ser fomentada pelo secretário estadual no dia de ontem através da  imprensa de Cuiabá. O gerenciamento de hospitais regionais por OSs foi uma “criação” do ex deputado federal Pedro Henry, enquanto secretário de saúde de Mato Grosso e  o sistema foi muito criticado por Pedro Taques quando candidato. Pedro Henry é um dos condenados no processo do mensalão a nível federal.

Segundo reportagem publicada pela imprensa da capital, as organizações sociais recebem repasses acima do que os valores gastos na época em que os hospitais regionais de Mato Grosso eram administrados pelo estado. Em um dos casos, no período de um ano o repasse à uma Organização Social de Saúde (OSS), que administra a unidade de saúde, foi oito vezes maior.

No Hospital Regional de Alta Floresta, por exemplo, em 2010 e 2011, quando a unidade era administrada pelo município, a despesa com os serviços médicos girava em torno de R$ 2,5 milhões. Em 2012, na administração do Instituto Pernambucano de Assistência e Saúde, a despesa caiu para pouco mais de R$ 950 mil e o repasse feito pelo estado foi de R$ 16,7 milhões.

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