Homem com tornozeleira eletrônica por estupro é flagrado estuprando uma cadela em MT

Imagem gerada por IA

Um caso chocante de abuso sexual contra animal (zoofilia) ganhou repercussão em Mato Grosso nesta semana. Um homem de 32 anos, que já respondia por crimes sexuais e usava tornozeleira eletrônica, foi flagrado estuprando uma cadela na zona rural de Santo Antônio de Leverger.

O crime ocorreu no dia 12 de abril de 2026, na comunidade Abolição, próximo à Escola Estadual Maria de Arruda Müller, às margens da BR-364 (km 353). Imagens do ato foram gravadas e circularam nas redes sociais, o que ajudou a identificar o suspeito.

Suspeito tem histórico de crimes sexuais

Leandro Batista Leite, de 32 anos, possui passagens na polícia por estupro de vulnerável e furto. Na época do crime, ele estava monitorado por tornozeleira eletrônica justamente por condenação relacionada a crime sexual.

Uma professora da escola próxima reconheceu o homem no vídeo. Dois dias depois, ela observou que Leandro retirou a filha da escola de forma apressada e em horário incomum, o que reforçou as suspeitas.

Confissão e provas

Após a divulgação das imagens, a Polícia Civil identificou Leandro por meio do sistema de reconhecimento facial Geia-PJC. Diante das evidências, ele se apresentou espontaneamente na delegacia no dia 16 de abril, acompanhado de advogado.

Durante o depoimento, Leandro confessou o crime. Ele indicou o local exato onde o abuso aconteceu, apontou os animais envolvidos e ainda conduziu os policiais até sua residência, onde foram encontradas as roupas usadas no dia do ato, compatíveis com as imagens do vídeo.

A cadela foi encaminhada para atendimento veterinário no setor de bem-estar animal. A perícia oficial foi acionada para coleta de material biológico e outros exames necessários.

Investigação em andamento

A Polícia Civil destacou que existem elementos robustos de autoria e materialidade do crime, entre eles o vídeo, o reconhecimento por testemunhas, a confissão detalhada e as provas periciais.

Os investigadores consideram que a permanência do suspeito em liberdade representa risco de reiteração criminosa, especialmente diante de seu histórico de crimes sexuais.

O inquérito policial segue em andamento para conclusão e posterior encaminhamento ao Ministério Público.


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