A missão NASA Artemis II entrou em uma nova fase após completar um feito histórico: o sobrevoo pelo lado oculto da Lua. Com a manobra concluída, a espaçonave Orion iniciou sua trajetória de retorno à Terra, seguindo o chamado “retorno livre”, uma rota que aproveita a gravidade lunar para trazer a tripulação de volta com segurança.
Durante a passagem pela região que não é visível da Terra, os astronautas ficaram temporariamente sem comunicação com o planeta, em um período que durou cerca de 40 minutos. A situação já era esperada pelos engenheiros e faz parte das características desse tipo de missão. Assim que a na
Além do desafio técnico, a missão também alcançou um marco histórico ao levar seres humanos à maior distância já registrada em relação à Terra, superando recordes estabelecidos desde a era das missões Apollo. Durante o sobrevoo, os astronautas observaram áreas inéditas da superfície lunar e registraram imagens importantes para estudos científicos e futuras explorações.
A Artemis II é a primeira missão tripulada do programa Artemis e não prevê pouso na Lua, funcionando como um teste essencial para operações mais complexas nos próximos anos. A expectativa é que os dados coletados ajudem a preparar futuras missões com objetivo de levar novamente humanos ao solo lunar, algo que não ocorre desde 1972.












