O suspeito do atentado a tiros registrado nas proximidades da Casa Branca morreu neste sábado (23), segundo confirmação do Serviço Secreto dos Estados Unidos. O caso aconteceu na região da 17th Street com a Avenida Pensilvânia, em Washington, e mobilizou um forte esquema de segurança ao redor da residência presidencial norte-americana.
De acordo com as autoridades, o homem sacou uma arma de dentro de uma bolsa e começou a disparar pouco depois das 18h no horário local. Agentes do Serviço Secreto reagiram imediatamente e atingiram o suspeito, que chegou a ser levado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos. Um transeunte também foi baleado durante a ação e foi encaminhado em estado grave ao hospital. Segundo a imprensa internacional, cerca de 30 tiros foram ouvidos no local.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava dentro da Casa Branca no momento do incidente. Minutos antes dos disparos, ele havia publicado em sua rede Truth Social que negociava um acordo envolvendo os Estados Unidos, o Irã e outros países. Ainda segundo relatos, convidados de um jantar de gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca correram para se proteger debaixo das mesas após ouvirem os estrondos.
O episódio segue sob investigação das autoridades norte-americanas, que ainda não divulgaram a identidade do suspeito nem detalhes sobre a motivação do ataque. A área ao redor da Casa Branca chegou a ser completamente isolada, mas o bloqueio foi suspenso por volta das 18h45, no horário do leste dos EUA.












