Mundo: Mulher liga ao 911 e engana agressor durante ataque nos EUA

Um caso ocorrido nos Estados Unidos em dezembro de 2015 voltou a ganhar repercussão em 2026 nas redes sociais pela forma como uma vítima conseguiu escapar de um sequestro e tentativa de estupro ao agir com rapidez e sangue frio. O crime aconteceu no condado de Clayton, na Geórgia, envolvendo uma mulher que havia sido levada à força por Robert Timothy Giles, então com 27 anos.

Segundo informações das autoridades locais, a vítima foi sequestrada em Hapeville e levada até o estacionamento de uma loja de artigos adultos fechada em Jonesboro. No local, o agressor iniciou o ataque sexual e, durante a violência, obrigou a mulher a ligar para o namorado para que ele ouvisse o que estava acontecendo em tempo real. Nesse momento, ela conseguiu discretamente discar para o serviço de emergência 911.

Do outro lado da linha, o atendente Deonte Smith percebeu que algo estava errado e, rapidamente, improvisou uma estratégia para manter o agressor na ligação. Fingindo ser o namorado da vítima, ele conversou com o suspeito, tentou acalmá-lo e ao mesmo tempo coletou informações suficientes para ajudar na localização exata do crime, enquanto orientava discretamente o envio de viaturas ao local.

A polícia do condado de Clayton chegou rapidamente ao estacionamento e prendeu Robert Timothy Giles em flagrante ainda dentro do veículo com a vítima. Ele foi acusado de estupro, sequestro, falsa prisão e obstrução, tendo o pedido de fiança negado pelas autoridades judiciais. O caso ganhou grande atenção na imprensa norte-americana na época e resultou em reconhecimento ao atendente, que foi posteriormente homenageado pelo desempenho durante a ocorrência.

Embora o caso tenha ocorrido há quase uma década, ele voltou a circular em 2026 como exemplo de reação em situações extremas e da importância do atendimento de emergência em crimes violentos. As autoridades afirmaram que a ação da vítima e a resposta do operador do 911 foram decisivas para evitar um desfecho ainda mais trágico. Não há registros de desdobramentos recentes no processo judicial relacionado ao caso.

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