O presidente Luiz Inácio Lula da Silva relatou a aliados ter percebido uma mudança na postura dos militares durante o desfile de 7 de Setembro, realizado na segunda-feira, 7 de setembro de 2026, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Segundo apuração do Metrópoles, Lula comparou o clima observado neste ano com o desfile de 2023, realizado poucos meses depois do fim do governo de Jair Bolsonaro.
De acordo com os relatos obtidos pela publicação, Lula chamou atenção para o comportamento dos integrantes das Forças Armadas durante a passagem pela Esplanada. Alguns militares teriam acenado para o espaço reservado onde estavam o presidente, a primeira-dama Janja e outras autoridades. Na avaliação atribuída a Lula, os militares estavam “mais leves” neste ano em comparação com a percepção que ele teve durante a cerimônia de 2023.
O presidente acompanhou o desfile em uma área reservada, ao lado de Janja, ministros do governo e integrantes das cúpulas do Congresso Nacional e do Judiciário. Entre as autoridades presentes estavam o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.
A presença feminina também foi destacada durante a cerimônia. Segundo a apuração, aliados de Lula chamaram atenção principalmente para o comportamento das militares que participaram do desfile. A programação deste ano teve como temas a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027.
O desfile também contou com um pavilhão dedicado às jogadoras da seleção brasileira que disputarão a Copa do Mundo Feminina no próximo ano. A cerimônia reuniu autoridades dos Três Poderes e integrantes das Forças Armadas em Brasília, dentro da programação oficial do Dia da Independência.
A avaliação atribuída a Lula sobre a postura dos militares foi feita nos bastidores e, até a atualização desta reportagem, não havia declaração pública do presidente detalhando essa percepção. Também não foi localizada manifestação oficial das Forças Armadas sobre os relatos. A comparação com 2023, portanto, corresponde à avaliação pessoal atribuída ao presidente pela apuração jornalística.














