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Diretoria de Meio Ambiente acompanha de perto situação do Aterro Sanitário Municipal

Bruno Felipe / Da Reportagem

Na última semana a situação do Aterro Sanitário Municipal, localizado as margens da rodovia MT-208 tem preocupado moradores e também o poder público. Conforme vinculado no Jornal O Diário desta segunda-feira (27/08), criminosos atearam fogo nas dependências do aterro, colocando a saúde e a vida de muitas pessoas que moram entorno do local em risco. Além disso, mesmo com o apoio do Corpo de Bombeiros, as chamas demoraram para serem totalmente apagadas já que o fogo estava embaixo dos entulhos, sendo necessário o auxílio de uma máquina do tipo pá carregadeira para ajudar no serviço.

Em entrevista para a reportagem do Jornal O Diário a Secretária de Desenvolvimento, responsável pela Diretoria de Meio Ambiente, Célia Castro, disse que esteve no local acompanhando de perto os trabalhos dos maquinários cedidos pela Prefeitura Municipal de Alta Floresta e também do município de Carlinda.

Ela contou que alguns moradores que residem perto do local se uniram para fazer o que os Bombeiros haviam orientado que, segundo Célia, foi de fazer o rescaldo nas áreas não atingidas para que o fogo não se alastrasse. “Infelizmente foi um incêndio criminoso e não tem o que fazer, porque não tem como apagar totalmente o fogo, vamos esperar queimar”, disse Celia.

Ela ressaltou que a situação passa a ser perigosa até mesmo por conta da utilização de maquinários para sanar o fogo. Além do risco das próprias chamas, a exposição à fumaça tóxica proveniente de resíduos químicos causa sérios danos à saúde. Célia disse que alguns funcionários estiveram na tarde de segunda (27/08) acompanhando a situação do aterro e segunda ela, a fumaça reduziu e a situação foi controlada.

Sobre a possível interdição do local, Célia salientou que a responsabilidade por essa parte fica a cargo do Corpo de Bombeiros que segundo ela, não se manifestou em relação a interditar o local. “A fumaça já deu uma acalmada, mas no dia o CB pediu que um casal que mora lá que saísse da propriedade para evitar, afinal de contas a fumaça ela é toxica, mas até então, nenhuma outra medida não foi passada pra gente ainda”, disse Célia.

A secretária informou que ainda não existem suspeitas de quem poderia ter praticado tal ato, mas ressaltou para que todos fiquem atentos, pois atear fogo mesmo fora do período proibitivo é crime e se for pega, a pessoa pode pagar multa e até ser detida.

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