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Em reunião fechada, empresa alemã faz vistorias no aeroporto municipal a fim de fomentar propostas para a concessão

Concessão dos aeroportos de MT

 

Bruno Felipe / Da Reportagem

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A reportagem do Jornal O Diário foi convidada na manhã desta quarta-feira 11, para acompanhar e registrar a reunião ocorrida entre a empresa alemã ‘Fraport’ e o setor administrativo da Prefeitura Municipal. A reunião foi realizada com o objetivo de mostrar as demandas que o aeroporto Piloto Oswaldo Marques Dias possui para que a empresa possa alavancar propostas para a concessão do aeroporto. Ocorre que, no momento em que chegamos ao local, a imprensa altaflorestense foi barrada e impedida de acompanhar a reunião e até mesmo registrar fotos do momento.

O Secretário de Administração Claudinei Jesus explicou para a reportagem do Jornal O Diário que a visita da empresa composta por uma comitiva de 10 pessoas entre investidores, técnicos e sócios, foi apenas para conhecer o aeroporto e suas necessidades, sendo que a empresa é uma das mais fortes na questão de administração aeroportuária interessada na concessão. “A visita que a gente está recebendo são os investidores e eles querem saber como está o aeroporto, qual a despesa do aeroporto, com quantos servidores o aeroporto se mantém, o que precisa ser aplicado e investido, para ter um estudo e saber se compensa para eles parecerem nessa concorrência que vai haver no final do ano para adquirir ou não este pacote”, disse Claudinei em entrevista ao Jornal O Diário.

O leilão para a concessão dos aeroportos acontecerá no mês de dezembro deste ano e as expectativas são de que ainda no começo do ano que vem a

empresa ganhadora comece a administrar os aeroportos. Conforme Claudinei disse para a reportagem, serão investidos cerca de 30 milhões no município, o que irá alavancar ainda mais o sistema econômico propiciando que mais empresas possam se consolidar no município “Acho que esse é o foco maior da conversa que estamos tendo com eles, estamos mostrando para eles que nós temos demanda para mais, que um voo em Alta Floresta é pouco, a passagem não é um valor atrativo e se haver mais concorrência a gente pode dobrar isso aí e trazer sim um valor menor para o passageiro aqui em Alta Floresta”, concluiu ele.

Atualmente o município mantém o aeroporto com o auxílio de recurso do estado, mas com muita dificuldade de receber. No ano passado, obteve uma despesa de R$180 mil em manutenção e R$85 mil por mês com folha de pagamento.

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