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Gestores de 15 Cefapros se reúnem para referendar plano de ação formativo

Bruno Felipe

ENCONTRO SEFAPRODurante três dias, ao menos 50 gestores dos 15 Centros de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapros) se reuniram em Cuiabá para discutir a formação continuada (cursos para professores) e a organização dos centros. O encontro iniciou-se na terça-feira 15, no Hotel Mato Grosso Palace, no centro da Capital e encerrou na última quinta-feira 17.

De acordo com a diretora do Cefapro de Alta Floresta Edileuza da Cruz, foram discutidas também questões pedagógicas e administrativas, além da regulamentação dos Cefapros e acima de tudo, as dificuldades enfrentadas na realização das ações formativas. “Esse encontro de trabalho na verdade é um momento que proporciona ricas trocas de experiências que contribuem com a realização do nosso trabalho, do trabalho de cada equipe do Cefapro lá nos seus polos; é uma formação que norteará nossas ações no decorrer do ano”, disse Edileuza em entrevista para o Jornal O Diário.

Ela ressaltou que o Cefapro de Alta Floresta oferece formação continuada pontual para professores da alfabetização, para os professores articuladores e para os professores de todas as áreas do conhecimento com exceção da matemática, pois segundo Edileuza, atualmente o Cefapro-AF não dispõe de nenhum formador nessa área. Segundo ela, além da formação de professores, o Cefapro-AF oferece também a formação dos gestores das escolas municipais e estaduais.

Para a diretora, os Cefapros têm uma importância fundamental para a qualidade da educação básica de Mato Grosso, pois trabalha diretamente com as principais dificuldades nas unidades educacionais. Além do polo de Alta Floresta, participam gestores dos polos de Cuiabá, Barra do Garças, Cáceres, Confresa, Diamantino, Juara, Juína, Matupá, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, São Félix do Araguaia, Sinop e Tangará da Serra. “Eu acredito que todos nós sairemos fortalecidos com o encaminhamento delimitados no coletivo junto a superintendência de formação”, concluiu Edileuza.

 

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