A menos de dois meses do início da Copa do Mundo 2026, a lista de craques que não poderão disputar o torneio por lesão não para de aumentar. Nas últimas semanas, importantes jogadores de seleções favoritas foram confirmados como desfalques definitivos, formando o que a imprensa tem chamado de “seleção das ausências”.
Entre os casos mais recentes e impactantes estão:
- Rodrygo (Brasil): O atacante do Real Madrid sofreu, em março, ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) e do menisco do joelho direito. Já passou por cirurgia e está fora da Copa. Era considerado peça importante no ataque de Carlo Ancelotti.
- Xavi Simons (Holanda): O meia do Tottenham confirmou nesta semana que rompeu o LCA do joelho direito durante partida contra o Wolverhampton. Ele passará por cirurgia e só deve retornar em 2027. A lesão foi um duro golpe para a seleção holandesa.
- Serge Gnabry (Alemanha): O atacante do Bayern de Munique rompeu o músculo adutor da coxa direita e ficará afastado por pelo menos três meses. Julian Nagelsmann perde um dos principais nomes do ataque alemão.
- Éder Militão (Brasil): O zagueiro do Real Madrid sofreu grave lesão no bíceps femoral da coxa esquerda e passará por cirurgia nos próximos dias. A expectativa de recuperação é de cerca de cinco meses, o que o tira da Copa.
Outros desfalques confirmados incluem:
- Hugo Ekitiké (França) – Ruptura do tendão de Aquiles.
- Luis Malagón (México) – Ruptura do tendão de Aquiles (goleiro titular).
- Samu (Espanha) – Ruptura de ligamento cruzado.
Dúvidas preocupantes
Além das baixas definitivas, outras estrelas correm sério risco:
- Estêvão (Brasil): Lesão muscular de grau 4 na coxa direita. O jovem do Chelsea ainda busca tratamento para tentar chegar a tempo, mas as chances são consideradas baixas.
- Cristian Romero (Argentina), Lamine Yamal (Espanha) e outros nomes também seguem como dúvidas, com lesões musculares ou ligamentares.
A reta final da temporada europeia tem sido especialmente cruel com os jogadores. Lesões de ligamento cruzado (LCA), tendão de Aquiles e rupturas musculares graves dominam os boletins médicos e ameaçam o espetáculo da Copa.
Seleções como Brasil, França, Alemanha e Holanda sentem o impacto dessas ausências. Enquanto algumas tentam encontrar substitutos à altura, outras apostam em tratamentos intensivos para recuperar atletas na última hora.
A Copa do Mundo 2026 promete ser marcada não só pela qualidade dos times em campo, mas também pela quantidade de estrelas que ficarão de fora por problemas físicos. A torcida agora torce para que o número de baixas não aumente ainda mais nas próximas semanas.












