Naldo da Pista cobra reajuste e expõe defasagem em auxílio de hemodiálise

A 11ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Alta Floresta, realizada em 17 de abril de 2026, foi marcada por cobranças do vereador Naldo da Pista, que destacou a defasagem de auxílios destinados a pacientes crônicos e problemas estruturais em unidades de saúde e educação do município. O pronunciamento gerou repercussão entre os parlamentares e ampliou o debate sobre a aplicação de recursos públicos e prioridades da gestão.

O principal ponto da fala foi a situação dos pacientes que realizam tratamento de hemodiálise em Sinop. Segundo o vereador Naldo da Pista, disse que o auxílio de R$ 1.000,00 pago pelo município está congelado há quase seis anos, valor que ele considera insuficiente diante do aumento do custo de vida, especialmente com moradia na cidade de atendimento. No ano passado, à imprensa, o parlamentar havia apresentado um comparativo com o município de Paranaíta, onde o auxílio chega a cerca de R$ 2.100,00 mensais, somando diárias para paciente e acompanhante.

A cobrança levou a uma manifestação do líder do governo, vereador Marcos Menin, que afirmou que a implantação de um centro de hemodiálise em Alta Floresta não é viável financeiramente neste momento. Segundo o vereador Marcos Menin, disse que a alternativa mais adequada seria buscar apoio de deputados para ampliar os recursos e viabilizar um rateio mensal que possa reforçar o auxílio destinado aos pacientes que precisam se deslocar para tratamento.

O debate também evidenciou a dependência regional de serviços de saúde especializados fora do município, já que pacientes de Alta Floresta continuam sendo encaminhados para Sinop para realização do procedimento. O tema reforçou as discussões na Câmara sobre a necessidade de soluções estruturais na área da saúde, ao mesmo tempo em que expôs limitações orçamentárias enfrentadas pela administração municipal.

Com isso, a sessão terminou com o tema da hemodiálise no centro das atenções, evidenciando a pressão por reajuste no benefício e a busca por alternativas que reduzam o impacto financeiro e logístico para os pacientes e seus familiares.

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