Vereador Adelson critica veto à memória da educação e busca caminhos alternativos para valorizar pioneiros de Alta Floresta

Durante a 10ª Sessão Ordinária, o vereador Adelson da Silva Rezende manifestou profunda indignação com o veto do Poder Executivo ao projeto que visava a aquisição de material didático baseado no livro “Memória dos Pioneiros da Educação de Alta Floresta (1976-2002)”. O parlamentar classificou a decisão como uma “injustiça” contra os servidores que lançaram as bases do ensino no município, especialmente no momento em que a cidade se aproxima de seu cinquentenário.

Solução criativa para preservar a história Apesar do veto, Adelson anunciou uma solução para garantir que a obra chegue à sociedade. Ele destinou parte de sua emenda parlamentar para a Associação Araras, que aceitou custear a edição do livro, mesmo abrindo mão de outros serviços previstos. “Estamos no caminho certo ao brigar pelo que é importante para a sociedade”, afirmou o vereador, destacando que os autores da obra buscam apenas registrar o processo histórico-cultural de Alta Floresta.

Essa valorização do passado foi um tema recorrente na sessão. O Professor Nilson classificou como “muito sábia” a iniciativa de honrar os pioneiros no ano do cinquentenário, sentimento compartilhado pelo vereador Luciano, que relembrou as dificuldades enfrentadas por aqueles que chegaram quando a região era composta apenas por “grandes florestas”.

Crise na Educação: O “Tripé” em Risco

Adelson também se uniu ao coro de parlamentares preocupados com a autonomia do Conselho Municipal de Educação (CME). Ele defendeu que o sistema educacional é um “tripé” e que a violação da autonomia do conselho compromete todo o funcionamento da área no município.

Esta preocupação foi reforçada de forma contundente por outros membros da Casa. O vereador Dida denunciou um “cerceamento do direito ao trabalho” do conselho, enquanto Darlan e Luciano foram além, articulando a instalação de uma CPI para investigar abusos e ilegalidades na Secretaria de Educação. O Professor Nilson corroborou, descrevendo a situação atual como um “manquejar” institucional provocado pelo Executivo.

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