Uma jovem de 22 anos foi presa na tarde de terça-feira (6), em Sorriso, no norte de Mato Grosso, após uma denúncia relacionada a uma publicação nas redes sociais em que ela apareceria oferecendo uma substância semelhante à maconha a um cachorro. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar como suspeita de maus-tratos contra animal e encaminhada à Polícia Civil para investigação.
Segundo o registro policial, uma equipe do Raio recebeu uma denúncia anônima e iniciou diligências para identificar a mulher e localizar o endereço onde ela morava. Os policiais chegaram a um prédio residencial e, após autorização para entrar no local, encontraram o apartamento da suspeita. Questionada sobre a publicação, ela informou que havia apagado o conteúdo.
Ainda conforme o relato policial, a jovem afirmou ser usuária de maconha e entregou voluntariamente uma porção da substância aos policiais. Ela também autorizou buscas no imóvel. Durante a vistoria, os militares encontraram outra porção de material semelhante à maconha e uma bolsa com resíduos que apresentavam características semelhantes ao entorpecente.
A mulher recebeu voz de prisão e foi levada à Delegacia da Polícia Civil de Sorriso, acompanhada do material apreendido. Após prestar esclarecimentos, porém, ela foi liberada. O caso continua sendo apurado pelas autoridades, que deverão analisar as imagens e demais elementos reunidos durante a ocorrência antes de definir eventual responsabilização.
Uma atualização divulgada posteriormente informou que o cachorro não apresentou ferimentos. O animal também foi encaminhado para avaliação veterinária, segundo relatos publicados após a ocorrência. Até o momento, não foi divulgado resultado que confirme eventual intoxicação provocada pela exposição à substância.
Também há divergência sobre a ingestão da droga pelo animal. Enquanto informações atribuídas ao registro policial indicam que as imagens motivaram a suspeita de maus-tratos, a jovem contestou a interpretação e afirmou que o cachorro não chegou a consumir a substância. Essa versão ainda não foi confirmada de forma independente.
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias registradas nas imagens, verificar a condição do animal e analisar o material apreendido. Portanto, até esta atualização, é correto afirmar que houve a prisão e posterior liberação da jovem, a apreensão de substâncias semelhantes à maconha e uma investigação por suspeita de maus-tratos, mas não que a ingestão da droga pelo cachorro ou a responsabilidade criminal da mulher já tenham sido definitivamente comprovadas.














