O estudante cuiabano Renan Schimonishi, de 21 anos, morreu na quarta-feira, 30 de setembro de 2026, em Londres, na Inglaterra. Segundo informações divulgadas pela família, o jovem foi dormir e não acordou mais. Até a atualização mais recente localizada, a causa da morte ainda não havia sido divulgada oficialmente pelas autoridades britânicas.
Renan morava em Londres havia cerca de seis anos com o pai e outros familiares. De acordo com relatos publicados por veículos de Mato Grosso, ele estudava e trabalhava na capital inglesa. O pai, Rafael Marques de Mendonça, permanece em Londres acompanhando os procedimentos relacionados à morte e à documentação necessária para o traslado do corpo.
O corpo permanece no Instituto Médico Legal de Londres para a realização dos procedimentos necessários. A família pretende fazer o traslado para o Brasil, inicialmente com destino a São Paulo e, posteriormente, para Cuiabá, onde vivem familiares e amigos. A liberação depende da conclusão dos procedimentos e exames realizados pelas autoridades britânicas.
Diante dos custos do traslado internacional, familiares e amigos iniciaram uma campanha de arrecadação pela internet. A meta estabelecida é de R$ 100 mil, valor destinado às despesas relacionadas ao transporte do corpo, serviços funerários, taxas e demais procedimentos necessários para o retorno a Mato Grosso. O valor arrecadado pode variar conforme a entrada de novas doações.
A mãe de Renan, Patrícia Schimonischi Hota, publicou um pedido de ajuda para conseguir trazer o filho de volta ao Brasil. Na mensagem divulgada na campanha, ela escreveu: “Como mãe, eu peço com toda a minha dor e amor que me ajudem a trazer ele de volta para seus irmãos, avós, tios, primos, amigos e eu, sua mãe, que quer ver seu filho amado uma última vez”.
Segundo relatos da família reproduzidos nas reportagens, Renan era considerado saudável, gostava de futebol e praticava musculação. A mãe também relatou que havia conversado com o filho no dia de sua morte. Essas informações são relatos familiares e não representam uma conclusão médica sobre a causa do falecimento.
A família continua acompanhando os procedimentos no Reino Unido e buscando recursos para viabilizar o traslado. Até a última atualização encontrada, não havia sido divulgada uma causa oficial para a morte. As circunstâncias do falecimento permanecem, portanto, sem esclarecimento público definitivo.













