O prazo para realização das convenções partidárias das Eleições 2026 chega ao fim nesta semana com o cenário político de Mato Grosso ainda sem definições completas para as principais disputas. A etapa é considerada decisiva porque permite que os partidos oficializem candidatos, aprovem alianças e organizem as chapas que disputarão o Governo do Estado, Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa.
A sucessão estadual é um dos principais pontos de atenção, já que o governador Mauro Mendes (União Brasil) encerra seu segundo mandato e não poderá disputar novamente o cargo. Com isso, lideranças políticas trabalham na formação de grupos e na escolha dos nomes que terão apoio das principais forças partidárias do Estado.
Entre os nomes que aparecem nas articulações está o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que busca viabilizar uma candidatura ao Governo de Mato Grosso, além do senador Wellington Fagundes (PL), que também aparece no debate eleitoral. No campo das negociações para o Senado, nomes como Jayme Campos (União Brasil) e Carlos Fávaro (PSD) estão entre os políticos envolvidos nas movimentações para as duas vagas que estarão em disputa.
Com o encerramento das convenções, os partidos entram na fase de formalização das candidaturas e registro junto à Justiça Eleitoral. Apesar do avanço do calendário, algumas alianças ainda dependem de acordos finais entre lideranças estaduais e nacionais das siglas. A campanha oficial seguirá as regras definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral para as Eleições 2026.
O ambiente político em Mato Grosso permanece marcado por negociações intensas, com possibilidade de mudanças nas composições até a consolidação definitiva das chapas. As próximas semanas devem ser decisivas para revelar os grupos que estarão oficialmente na disputa pelo comando do Estado e pelas vagas no Congresso Nacional.












