Um vídeo que passou a circular nas redes sociais nesta sexta-feira (10) colocou o empresário goiano Leandro Batista Nóbrega no centro de uma polêmica. Conhecido no setor frigorífico e por sua associação, em círculos bolsonaristas, à chamada “picanha do Bolsonaro”, ele foi acusado por uma mulher trans, identificada como Aline, de não realizar o pagamento combinado por um encontro e de praticar ameaças e ofensas transfóbicas após a suposta contratação.
Segundo o relato divulgado pela acusadora, Leandro teria contratado seus serviços como acompanhante de luxo pelo valor de R$ 500. Nas legendas que acompanham o vídeo, Aline afirma que o empresário não efetuou o pagamento combinado, teria demonstrado insatisfação durante o encontro por desejar assumir o papel passivo na relação e, posteriormente, passou a ameaçá-la e proferir ofensas transfóbicas. Ela também afirma que reconheceu o cliente após o atendimento como um empresário ligado a lideranças da direita.
As imagens mostram um homem sem camisa, com o rosto borrado, dentro de um quarto, enquanto um objeto sexual aparece sobre a cama. O conteúdo ganhou grande repercussão em perfis de esquerda e páginas voltadas para política e entretenimento, impulsionado pelo contraste entre a imagem pública atribuída ao empresário, que costuma defender o lema “Deus, Pátria e Família”, e as acusações apresentadas pela acompanhante.
Até o momento, não há confirmação pública de registro de boletim de ocorrência, abertura de inquérito policial ou ação judicial relacionada ao caso. Também não foi localizado posicionamento oficial de Leandro Batista Nóbrega sobre as acusações em veículos jornalísticos de grande circulação. Assim, as alegações permanecem sem confirmação pelas autoridades competentes, enquanto o episódio segue repercutindo principalmente nas redes sociais.












