Mauro Mendes anuncia saída do governo para disputar o Senado (veja video)

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), anunciou por meio de suas redes sociais que irá se afastar do cargo no próximo dia 31 de março para disputar uma vaga no Senado Federal. Em mensagem direcionada à população, ele afirmou que a decisão foi tomada após diálogo com sua família, incluindo a esposa, Virgínia Mendes, e seus filhos, além de considerar a experiência adquirida ao visitar grande parte dos 142 municípios do estado ao longo de sua gestão.

Mendes destacou que encerra um ciclo de quase oito anos à frente do governo, período em que, segundo ele, Mato Grosso saiu de uma situação crítica, marcada por salários atrasados, obras paralisadas e fragilidade nos serviços públicos. Entre os avanços citados, ele mencionou a melhoria da educação, que atualmente ocupa a oitava posição no ranking nacional, além da construção de sete hospitais, com previsão de entrega de uma unidade em Alta Floresta. Na área de infraestrutura, ressaltou a pavimentação de mais de 7 mil quilômetros de rodovias e investimentos urbanos realizados em parceria com os municípios.

Outro ponto enfatizado pelo governador foi o programa social Ser Família, considerado por ele o maior do estado e conduzido pela primeira-dama. A iniciativa reúne ações de transferência de renda, assistência social e apoio a famílias em situação de vulnerabilidade, com foco em garantir melhores condições de vida à população de baixa renda em Mato Grosso.

Com o afastamento, o cargo de governador será assumido pelo vice, Otaviano Piveta, descrito por Mendes como um gestor experiente. Piveta foi prefeito do município de Lucas do Rio Verde por três mandatos e acompanhou toda a atual gestão estadual. A transmissão de cargo está marcada para o dia 31 de março, às 16h, conforme anunciado pelo próprio governador.

Ao justificar sua pré-candidatura ao Senado, Mauro Mendes afirmou que pretende levar sua experiência administrativa para o Congresso Nacional, defendendo mudanças em leis que considera ineficientes e o combate à burocracia. Ele disse deixar o governo com “o coração partido”, mas com a sensação de dever cumprido, e condicionou a continuidade de sua trajetória política à vontade popular.

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