Um episódio envolvendo o deputado Fabiana Bolsonaro gerou forte repercussão na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Durante uma manifestação, o parlamentar utilizou pintura no rosto em um gesto interpretado como provocação, direcionado à deputada federal Erika Hilton.
A atitude foi amplamente criticada por colegas e por setores da sociedade, que consideraram a ação desrespeitosa e ofensiva. Parlamentares apontaram que o episódio extrapola o debate político e pode ser entendido como uma forma de ridicularização, levantando discussões sobre racismo e comportamento dentro de espaços institucionais.
Erika Hilton, que é uma das principais vozes na defesa de direitos humanos e questões raciais no país, tornou-se o centro da controvérsia após ser alvo indireto da manifestação. O caso ampliou o debate sobre limites da liberdade de expressão no ambiente político e o respeito entre representantes eleitos.
Nas redes sociais, a repercussão foi imediata, com manifestações de apoio à deputada e críticas ao comportamento do parlamentar. O episódio também reacendeu discussões sobre condutas éticas no Legislativo e a necessidade de responsabilização em casos considerados ofensivos.












