A caminhoneira e influenciadora digital Aline Füchter Ouriques, conhecida nas redes sociais como “Musa das Estradas”, denunciou o furto do módulo eletrônico do motor de um de seus caminhões em Mato Grosso. O caso foi relatado em um vídeo publicado na sexta-feira, 16 de outubro de 2026. Segundo a influenciadora, o prejuízo total pode chegar a R$ 45 mil, considerando o valor da peça levada e os danos provocados na instalação elétrica do veículo.
De acordo com o relato de Aline, o caminhão estava estacionado em um ponto situado a aproximadamente 86 quilômetros de Rondonópolis, enquanto aguardava para descarregar uma carga em um armazém da Vale. Cerca de sete caminhões passaram a noite no local. Na manhã seguinte, os motoristas perceberam que três veículos haviam sido alvo de furtos dos módulos eletrônicos, incluindo um caminhão da influenciadora.
O módulo eletrônico é responsável pelo gerenciamento do motor e pode custar aproximadamente R$ 20 mil, conforme a estimativa apresentada pela caminhoneira. Além de retirar a peça, os responsáveis teriam cortado a fiação da rede CAN, sistema que permite a comunicação entre os componentes eletrônicos do veículo. Por causa dos danos, o conserto deverá envolver tanto a substituição do módulo quanto a recuperação da instalação elétrica, elevando o custo do reparo.
Aline também relatou indignação por ter enfrentado o prejuízo pouco tempo depois de quitar as parcelas do caminhão. Segundo ela, havia investido cerca de R$ 50 mil na reforma do motor. No vídeo, a influenciadora criticou a insegurança enfrentada pelos profissionais do transporte rodoviário, que precisam estacionar para descansar ou aguardar a liberação de cargas e podem ficar expostos a esse tipo de crime.
Durante o desabafo, a caminhoneira pediu que as autoridades investiguem o destino das peças furtadas e levantou suspeitas sobre possíveis envolvidos na região de Rondonópolis e Cuiabá. Ela também reclamou da demora no atendimento policial após a descoberta do crime, afirmando que os motoristas aguardavam orientações para formalizar o boletim de ocorrência. As suspeitas apresentadas pela influenciadora, porém, não comprovam a participação de pessoas ou estabelecimentos específicos.













