A Polícia Militar registrou duas ocorrências relacionadas a drogas em Alta Floresta, no norte de Mato Grosso, durante a madrugada desta segunda-feira (5). As ações foram realizadas pelo 8º Batalhão de Polícia Militar, do 9º Comando Regional, e resultaram na condução de um adolescente de 17 anos e na prisão de uma mulher de 27 anos.
A primeira ocorrência foi registrada por volta das 23h40 de domingo (5), na Rua Cambará, no bairro Jardim das Oliveiras. Durante patrulhamento, a equipe policial visualizou um adolescente em atitude considerada suspeita nas proximidades de uma esquina apontada pela PM como local conhecido por venda e uso de entorpecentes.
Segundo o relato policial, ao perceber a aproximação da viatura, o adolescente tentou fugir, mas foi acompanhado e abordado em frente à própria residência. Durante a busca pessoal, os policiais encontraram com ele uma porção de substância análoga à maconha. Por ser menor de idade e diante da tentativa de fuga, o adolescente foi algemado e encaminhado à Delegacia Municipal de Polícia Judiciária Civil para as providências cabíveis. A avó e a tia do adolescente acompanharam a confecção do boletim de ocorrência.
A segunda ocorrência foi registrada por volta de 1h30, na MT-208, em um estabelecimento comercial do tipo bar/boate situado às margens da rodovia, em frente a um laticínio. Conforme o boletim, o local é conhecido pela polícia por registros relacionados ao uso de entorpecentes. Durante a abordagem das pessoas que estavam no estabelecimento, os policiais encontraram na bolsa de uma mulher de 27 anos uma porção de substância com características semelhantes à cocaína.
Na sequência, a equipe realizou uma consulta aos sistemas policiais e constatou que havia um mandado de prisão contra a mulher, expedido em 13 de dezembro de 2021. Diante da situação, ela recebeu voz de prisão e foi encaminhada, juntamente com a substância apreendida, à Delegacia Municipal de Polícia Judiciária Civil para as providências legais.
Segundo o registro policial, a mulher foi conduzida sem lesões corporais e não houve necessidade do uso de algemas. As duas ocorrências foram formalizadas por meio de boletins de ocorrência da Polícia Militar, que encaminhou os envolvidos à autoridade competente para os procedimentos previstos em lei.












