A Polícia Militar apreendeu 110 toras de madeira de diferentes espécies durante uma fiscalização realizada na quinta-feira, 24 de setembro de 2026, em uma área de exploração irregular na Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, na zona rural de Colniza, em Mato Grosso. A ocorrência foi registrada na região do Distrito de Guariba durante patrulhamento realizado pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, com apoio do 3º e do 10º Batalhões.
Segundo as informações da Polícia Militar, os agentes identificaram sinais de exploração e extração irregular de madeira dentro da unidade de conservação. Consultas aos sistemas oficiais de monitoramento e licenciamento ambiental não apontaram autorização para exploração vegetal ou qualquer outro ato administrativo que permitisse a intervenção constatada na área.
Após a identificação da atividade, os policiais realizaram diligências para tentar localizar o responsável pela exploração e os equipamentos utilizados na retirada das árvores. No entanto, nenhuma pessoa foi encontrada no local, assim como não foram localizadas máquinas, motosserras ou outros equipamentos relacionados à extração da madeira.
A fiscalização foi documentada pelas equipes por meio de fotografias com coordenadas, levantamento georreferenciado e imagens obtidas com drone. Segundo a Polícia Militar, os registros e demais elementos técnicos coletados serão utilizados para subsidiar os procedimentos administrativos referentes à exploração irregular identificada na reserva.
As 110 toras de madeira foram apreendidas e deverão ser retiradas da área pela Subprefeitura do Distrito de Guariba. Após a remoção do material, serão confeccionados os autos administrativos cabíveis. Até a atualização mais recente, o responsável pela retirada da madeira ainda não havia sido identificado.
A ocorrência será utilizada para dar continuidade à apuração sobre a exploração de madeira sem autorização ambiental dentro da Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt. A fiscalização não registrou a prisão de suspeitos, e as informações divulgadas até o momento não apontam a identificação de responsáveis pela atividade.














