{"id":783,"date":"2025-11-15T06:19:00","date_gmt":"2025-11-15T10:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diarionews.com.br\/?p=783"},"modified":"2025-11-14T14:52:32","modified_gmt":"2025-11-14T18:52:32","slug":"justica-rejeita-pedido-da-febraban-e-mantem-suspensao-de-consignados-de-servidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarionews.com.br\/?p=783","title":{"rendered":"Justi\u00e7a rejeita pedido da Febraban e mant\u00e9m suspens\u00e3o de consignados de servidores"},"content":{"rendered":"\n<p>O Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso (TJMT) negou um pedido liminar da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (Febraban) em cima do Decreto Legislativo n\u00ba 79\/2025,&nbsp;que suspende por 120 dias, ou seja, quatro meses, os contratos de empr\u00e9stimos consignados de servidores p\u00fablicos, de autoria dos deputados Wilson Santos (PSD) e Janaina Riva (MDB). A decis\u00e3o, proferida nesta quinta-feira (13) pela desembargadora Vandymara Paiva Zanolo.<\/p>\n\n\n\n<p>A federa\u00e7\u00e3o havia entrado com um mandado de seguran\u00e7a alegando que o decreto era inconstitucional e que a Assembleia Legislativa (ALMT) havia extrapolado sua compet\u00eancia ao interferir em rela\u00e7\u00f5es contratuais privadas. No entanto, a magistrada rejeitou os argumentos, afirmando que a medida tem car\u00e1ter tempor\u00e1rio e se justifica pela necessidade de investigar den\u00fancias de fraudes, juros abusivos e outras irregularidades praticadas por institui\u00e7\u00f5es financeiras contra os servidores.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p>Como mostrou o&nbsp;<strong>Gazeta Digital<\/strong>, o decreto busca permitir a Controladoria-Geral do Estado (CGE) e a Secretaria de Fazenda (Sefaz) apurarem as poss\u00edveis ilegalidades.&nbsp; Durante o per\u00edodo de suspens\u00e3o, bancos e financeiras est\u00e3o proibidos de efetuar descontos, cobran\u00e7as, lan\u00e7amentos em conta ou negativar o nome dos servidores. Tamb\u00e9m n\u00e3o poder\u00e3o cobrar juros, multas ou corre\u00e7\u00f5es sobre os valores paralisados, nem acumular parcelas para cobran\u00e7a posterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o texto aprovado, o objetivo \u00e9 proteger os servidores do superendividamento e garantir o m\u00ednimo existencial, o valor essencial para despesas b\u00e1sicas como moradia, alimenta\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o.<br>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com a manuten\u00e7\u00e3o do decreto, continua v\u00e1lida a suspens\u00e3o dos descontos e cobran\u00e7as dos contratos sob investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, um decreto do governo do Estado suspendeu os descontos diante do superendividamento de trabalhadores do servi\u00e7o p\u00fablico, por cobran\u00e7as indevidas e juros abusivos nos contratos com empresas de consignados. A medida vigora at\u00e9 dezembro, mas para evitar danos maiores, os deputados tentam validar o decreto para mais 4 meses.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fred Moraes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Gazeta Digital<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Tribunal de Justi\u00e7a de Mato Grosso (TJMT) negou um pedido liminar da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (Febraban) em cima do Decreto Legislativo n\u00ba 79\/2025,&nbsp;que suspende por 120 dias, ou seja, quatro meses, os contratos de empr\u00e9stimos consignados de servidores p\u00fablicos, de autoria dos deputados Wilson Santos (PSD) e Janaina Riva (MDB). 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