{"id":16320,"date":"2026-10-06T16:44:49","date_gmt":"2026-10-06T20:44:49","guid":{"rendered":"https:\/\/diarionews.com.br\/?p=16320"},"modified":"2026-10-06T16:44:51","modified_gmt":"2026-10-06T20:44:51","slug":"mauro-mendes-critica-fim-da-6x1-e-defende-jornadas-de-ate-16-horas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarionews.com.br\/?p=16320","title":{"rendered":"Mauro Mendes critica fim da 6&#215;1 e defende jornadas de at\u00e9 16 horas"},"content":{"rendered":"\n<p>O senador eleito por Mato Grosso Mauro Mendes (Uni\u00e3o) se posicionou contra o fim da escala 6&#215;1 e defendeu mudan\u00e7as nas regras trabalhistas brasileiras. A declara\u00e7\u00e3o foi feita na segunda-feira, 5 de outubro de 2026, durante entrevista coletiva ap\u00f3s o resultado das elei\u00e7\u00f5es. Ao comentar o assunto, Mendes citou brasileiros que trabalham nos Estados Unidos e afirmou que alguns chegam a cumprir jornadas de 10, 12, 14 ou at\u00e9 16 horas por dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Mauro Mendes, muitos brasileiros deixam o pa\u00eds em busca de melhores oportunidades de trabalho e aceitam jornadas mais longas nos Estados Unidos. \u201cL\u00e1 nos Estados Unidos n\u00f3s temos a\u00ed milhares e milhares e centenas de milhares de brasileiros que fogem daqui, entram clandestinamente nos Estados Unidos para trabalhar 12, 14, 16 horas por dia\u201d, afirmou. A declara\u00e7\u00e3o foi usada pelo senador eleito para questionar as restri\u00e7\u00f5es existentes na legisla\u00e7\u00e3o trabalhista brasileira.<\/p>\n\n\n\n<p>Mendes tamb\u00e9m criticou a rigidez das regras relacionadas \u00e0 jornada de trabalho. Durante a entrevista, afirmou que um trabalhador que cumpra 11 horas por dia poderia provocar problemas para a empresa e classificou essa situa\u00e7\u00e3o como um excesso da legisla\u00e7\u00e3o. \u201cNo Brasil, se um trabalhador trabalhar 11 horas por dia, o patr\u00e3o, a empresa, vai ser processado por trabalho escravo. Olha que absurdo\u201d, declarou.<\/p>\n\n\n\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o ocorre em meio ao debate nacional sobre o fim da escala 6&#215;1. A proposta em discuss\u00e3o no Congresso prev\u00ea a redu\u00e7\u00e3o da jornada m\u00e1xima de 44 para 40 horas semanais e a garantia de dois dias de descanso por semana, sem redu\u00e7\u00e3o salarial. O tema voltou ao centro das discuss\u00f5es pol\u00edticas nesta semana e divide opini\u00f5es entre parlamentares, empres\u00e1rios e representantes dos trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>A fala de Mauro Mendes, no entanto, n\u00e3o significa que ele tenha defendido literalmente a obrigatoriedade de jornadas de 16 horas para trabalhadores brasileiros. O senador eleito utilizou os casos de brasileiros nos Estados Unidos como exemplo em sua argumenta\u00e7\u00e3o a favor de maior flexibilidade nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho. A declara\u00e7\u00e3o ocorre enquanto o Congresso debate justamente quais ser\u00e3o os limites da jornada e dos per\u00edodos de descanso no pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O senador eleito por Mato Grosso Mauro Mendes (Uni\u00e3o) se posicionou contra o fim da escala 6&#215;1 e defendeu mudan\u00e7as nas regras trabalhistas brasileiras. 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