{"id":13606,"date":"2026-08-21T14:16:00","date_gmt":"2026-08-21T18:16:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diarionews.com.br\/?p=13606"},"modified":"2026-08-21T06:18:02","modified_gmt":"2026-08-21T10:18:02","slug":"mato-grosso-tem-2a-menor-taxa-de-desemprego-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diarionews.com.br\/?p=13606","title":{"rendered":"Mato Grosso tem 2\u00aa menor taxa de desemprego do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Mato Grosso encerrou o segundo trimestre de 2026 com taxa de desocupa\u00e7\u00e3o de 2,2%, a segunda menor entre as 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o, segundo dados da PNAD Cont\u00ednua divulgados pelo IBGE em 14 de agosto. O resultado coloca o Estado apenas atr\u00e1s de Santa Catarina, que apresentou \u00edndice de 2,1%. Na sequ\u00eancia aparecem Esp\u00edrito Santo, com 2,3%, Rond\u00f4nia, com 2,6%, e Mato Grosso do Sul, com 2,7%.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>A queda foi expressiva em rela\u00e7\u00e3o aos primeiros tr\u00eas meses do ano. No primeiro trimestre, a taxa mato-grossense estava em 3,1%, o que significa uma redu\u00e7\u00e3o de 0,9 ponto percentual entre janeiro e mar\u00e7o e o per\u00edodo seguinte. Mato Grosso esteve entre as 13 unidades da Federa\u00e7\u00e3o que registraram redu\u00e7\u00e3o estatisticamente significativa da desocupa\u00e7\u00e3o no segundo trimestre.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Em n\u00fameros absolutos, aproximadamente 46 mil pessoas estavam desocupadas no Estado entre abril e junho. O contingente representa uma redu\u00e7\u00e3o de 17 mil pessoas em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, equivalente a uma queda de 27,2%. Ao mesmo tempo, Mato Grosso tinha cerca de 3,08 milh\u00f5es de pessoas em idade de trabalhar, das quais aproximadamente 2,07 milh\u00f5es estavam ocupadas.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>O desempenho estadual ficou bem abaixo da m\u00e9dia brasileira, que foi de 5,4% no segundo trimestre, ante 6,1% nos tr\u00eas primeiros meses de 2026. No pa\u00eds, o n\u00famero de pessoas desocupadas ficou em aproximadamente 5,86 milh\u00f5es. A menor taxa foi registrada em Santa Catarina, com 2,1%, enquanto os maiores \u00edndices apareceram no Amap\u00e1, com 9,8%, Bahia, com 9,1%, Pernambuco e Piau\u00ed, ambos com 8,3%.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Outro indicador refor\u00e7a a dimens\u00e3o do mercado de trabalho mato-grossense. A taxa de ocupa\u00e7\u00e3o chegou a 67,3% no segundo trimestre, a maior do Brasil, com crescimento de 1,6 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre. O rendimento m\u00e9dio real habitual de todos os trabalhos alcan\u00e7ou R$ 4.137, contra R$ 4.021 no trimestre anterior e R$ 3.759 um ano antes, representando alta anual de 10,1%.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar dos n\u00fameros positivos, a informalidade continua sendo um componente relevante do mercado de trabalho estadual. A taxa ficou em 34,1% no segundo trimestre, correspondente a cerca de 708 mil trabalhadores informais. Ainda assim, Mato Grosso apresentou a s\u00e9tima menor taxa de informalidade entre as unidades da Federa\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados mais recentes, portanto, mostram um mercado de trabalho mato-grossense em situa\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel no segundo trimestre de 2026, combinando desemprego de 2,2%, elevada taxa de ocupa\u00e7\u00e3o e crescimento da renda m\u00e9dia. O resultado, por\u00e9m, deve ser analisado junto aos indicadores de informalidade e de participa\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, para que a redu\u00e7\u00e3o do desemprego n\u00e3o seja interpretada isoladamente como retrato de todas as condi\u00e7\u00f5es de trabalho no Estado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mato Grosso encerrou o segundo trimestre de 2026 com taxa de desocupa\u00e7\u00e3o de 2,2%, a segunda menor entre as 27 unidades da Federa\u00e7\u00e3o, segundo dados da PNAD Cont\u00ednua divulgados pelo IBGE em 14 de agosto. O resultado coloca o Estado apenas atr\u00e1s de Santa Catarina, que apresentou \u00edndice de 2,1%. 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