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Golpista 171 Servidor cedido à Politec usa documento de morto em esquema de estelionato

Da redação com Noticia Exata

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A polícia Civil está investigando um esquema de estelionato e peculato praticado por um servidor público da Prefeitura Municipal, mas que foi cedido há pelo menos 12 anos aos quadros da Politec de Alta Floresta. A polícia não revela nome do servidor, mas a reportagem do Jornal O Diário confirmou se tratar de João Leite, que esteve envolvido em outras polêmicas, inclusive nos primeiros anos da Administração da ex-prefeita Maria Izaura, quando ocupava cargo comissionado.

O caso atual está sendo acompanhado pela Polícia Civil de Alta Floresta e de acordo com informações repassadas pelo Delegado Pablo Carneiro à imprensa, todo o esquema criminoso se passou em torno da conta bancária de um morador de Paranaíta que teria sido encaminhado em estado grave para o hospital Regional tendo morrido durante o atendimento. Coube ao IML da Politec fazer os exames para liberação do corpo, já que suspeitava-se se tratar de morte por ato criminoso (agressão). Tudo ocorreu no ultimo dia 30 de julho.

Ocorre que, no dia seguinte, um funcionário da agência bancária onde o homem tinha conta corrente, identificou movimentação financeira, de onde teriam sido sacados R$ 5.250,00, através de empréstimo da modalidade CDC contraído pelo servidor em nome do falecido. Há suspeitas que tenha havido outras “pequenas compras” no comércio local com o cartão do falecido.

Acionada, a Polícia Civil teve acesso às imagens do circuito interno do banco e teria identificado o suspeito. João Leite tem 43 anos. Com base em provas robustas, foi solicitado à justiça um mandado de busca e apreensão, cumprido na segunda-feira (04). A polícia queria saber se havia mais documentos do falecido e se o esquema envolvia fraudes com outros documentos.

Ao cumprir o Mandado, a polícia teve outra surpresa, na casa do servidor foram encontradas munições. Aos policiais, o servidor em primeiro ato não teria negado a participação no esquema e até teria anunciado que já havia destruído o cartão magnético. Em princípio, o Mandado era apenas para buscas de documentos para ampliar a produção de provas, mas com a localização de armas de fogo e munições sem documentação, o servidor acabou preso em flagrante com base no artigo 12 do estatuto do desarmamento. “Foi arbitrada uma fiança no valor de R$ 1.000,00 e agora ele responde em liberdade nestes dois inquéritos, de posse irregular de munição e de estelionato e peculato”, disse o delegado.

O Diário tentou contato com o servidor via aplicativo de celular, mas até o fechamento desta edição não havia obtido resposta.

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