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Superbactéria é identificada e pode ter feito óbitos no HRAS

bactériaOs exames laboratoriais realizados em três pacientes do Hospital Regional Albert Sabin, na semana anterior, já conseguiram identificar a superbactéria que contaminou a ala “clínica médica” onde estavam internados 40 pacientes. Alguns começaram a apresentar resistência às dosagens de antibióticos que eram ministrados o que sugeriu a contaminação de uma bactéria multirresistente. A superbactéria encontrada é Klebsiella pneumoniae, responsável pela causa da pneumonia e em alguns casos, infecções urinárias. A Klebsiella pneumoniae é conhecida como uma superbactéria, porque sofreu uma mutação genética que fez com que adquirisse resistência a vários tipos de antibióticos. Uma fonte do Jornal O Diário afirmou que é grande a chance de ter havido óbito em decorrência da superbactéria, informação que foi negada na quarta-feira, 03 pelo diretor geral do HRAS, José Marcos.

Diante do risco à sociedade, na quarta-feira, logo após tomar conhecimento da, naquele momento, suspeita de contaminação, o promotor de justiça Dr Luciano Martins da Silva instaurou um procedimento investigatório, onde afirmou que, por meio da ouvidoria, tomou conhecimento do fechamento da Clinica Médica, em função da ocorrência de uma superbactéria resistente à antibióticos, e que “há muitos pacientes dos postos de saúde sendo atendidos no Hospital Regional, o que contribui para o risco de contaminação”.  E soliciou informações urgentes, dando um prazo de cinco dias para que as informações fossem repassadas. No ofício, o promotor pede da confirmação da veracidade da denuncia e as providências que estariam sendo tomadas.

O Conselho de Saúde comemorou a entrada no MPE no caso, já que alguns de seus integrantes reclamavam de dificuldades em obter informações. Foi o Conselho quem trouxe a notícia à público, através de sua página nas redes sociais. O site Diarionews foi o primeiro a produzir matéria apresentando a denuncia à sociedade, inclusive com a confirmação do fechamento da ala clínica. “Filhos de pacientes haviam passado a informação, anteriormente, depois confirmada”, explica Thiago Incti.” Ha um caso, inclusive onde o paciente idoso, fora para se tratar de hipertensão maligna e está com quadro grave de pneumonia”, explica.

Para ilustrar a gravidade do quadro infeccioso, o Conselho afirma ter informações sobre o tratamento em alguns pacientes, submetidos à tratamento com antibióticos de ultima geração e que não estavam evoluindo. “Há casos usando Vancomicina (antibiótico fortíssimo) em associação com outros e o paciente não apresenta melhora. Vancomicina é várias vezes mais potente que a amoxicilina, por exemplo, tanto que é um dos antibióticos de última escolha, devido aos efeitos colaterais do mesmo”, afirmou.

Uma fonte ligada ao Hospital Regional afirmou à reportagem do O Diário, que, logo após a confirmação do tipo de superbactéria, e com a desocupação da Clínica Médica, profissionais já fizeram a desinfecção e o setor já estaria liberado.

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