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Caminhoneiros: Bloqueios permanecem suspensos

Os bloqueios feitos por caminhoneiros nas rodovias federais continuarão suspensos. As manifestações foram suspensas no final de fevereiro com a promessa de que a pauta de reivindicação da classe seria atendida. Na reunião entre os caminhoneiros, empresários e os ministros do Trabalho e Emprego e Transportem, na terça-feira (10), ficou acordada a criação de três grupos que devem apresentar soluções às solicitações do setor no prazo de 15 dias.

O encontro ocorreu na sede da Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília, foi conduzido pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rosseto.

O primeiro grupo ficará sob a coordenação do secretário de Planejamento Nacional de Transportes, Hebert Drummond, e tratará assuntos referentes à tabela referencial de frete.

O segundo será responsável pela Regulamentação da nova Lei dos Caminhoneiros e coordenado pelo representante do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Rone Barbosa, e o último tratará dos assuntos como isenção das tarifas do cartão, pontos de parada e Pagamento Eletrônico do Frete (PEF), sob responsabilidade da servidora da ANTT, Rosimeire Freitas. Mato Grosso conseguiu colocar dois representantes no primeiro grupo, que foi formado por quatro caminhoneiros autônomos, dois representantes das transportadoras e dois embarcadores.

“É muito importante termos representantes do nosso Estado nesse grupo, que para nós é o mais importante dos três formados. Mato Grosso é o que mais transporta grãos no país e somos atingidos diretamente pelo excesso de trabalho e pouca remuneração”, disse o empresário no setor de transportes e vereador por Lucas do Rio Verde, Gilson Baitaca, que vem acompanhando todo o movimento e participou da reunião.
Baitaca informou que apesar da suspensão dos bloqueios, a categoria afirma a não aceitação de trabalhar com base em tabela referencial.

“Esperamos encontrar uma solução passível, porém a questão da tabela do frete ainda causa muita discussão. Como é uma determinação nacional, a ideia é encontrar uma maneira dentro da lei de trabalharmos de modo que não continuemos sendo prejudicados e dificilmente isso acontecerá com a posição inicial apresentada pelo governo federal”. Dentro de 15 dias, haverá uma reunião plenária, agendada para 26 de março, na ANTT, quando serão entregues os relatórios preliminares dos grupos formados para novos debates. E caso não haja um acordo entre o setor e governo, não estão descartados novos bloqueios. (Com informações do Jornal A Gazeta, Elayne Mendes). (P.S)

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