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Tiro e Queda terça feira 04 de novembro

Ontem a polícia altaflorestense prendeu dois homens acusados de fazer uma “saidinha de banco”. A coisa está preta na área de segurança pública. Tá complicado mesmo. Todos os dias nos deparamos com inúmeros problemas, ocorrências que antes nem existiam passaram a ser corriqueiras. A saidinha (ou entradinha se preferir) é uma delas. Há cerca de duas semanas um trabalhador de um Posto de Combustíveis foi atacado por marginais que assaltaram (em dois) o homem que levava o soldo do dia anterior para depositar no Banco SHBC.

Desta vez, os ousados assaltantes foram até o Banco do Brasil, que é um dos mais frequentados da cidade e acabaram realizaram uma “saidinha de banco”. A partir de agora, todo o cuidado é pouco, se não quisermos ficar à mercê dos bandidos, deveremos nos precaver com alguns cuidados que antes não eram necessários.

Por exemplo, contar dinheiro em público, nem pensar.

Andar sem olhar para os lados e ver se há algum suspeito, nem pensar.

Descuidar de bolsa (mulheres) ou carteiras, nem pensar.

Eu ein, nem pensar!

E pensar que há alguns anos você deixava uma bicicleta na frente de casa à noite e no outro dia, ao acordar ela estava lá, intacta, as pessoas respeitavam as posses alheias. No máximo a bike amanhecia derrubada no chão, mais por “vandalismo” ou brincadeira mesmo. Agora é diferente.

Além dos cuidados que o cidadão tem que tomar para se adaptar á nova realidade da segurança pública em Alta Floresta, será necessário  que as polícias revejam as suas ações e aumentem as rondas em volta das agencias bancárias em horários de pico, principalmente.

A se elogiar a rapidez com que os policiais prenderam os dois acusados dos roubos, mas a precaução ainda é o traz melhores resultados, pois, a presença da polícia, é certo que inibirá a ação dos bandidos.

Se bem que no caso das duas saidinhas de banco, as agencias ficam a menos de 100 metros de distancia do Posto da PM no setor C. é muita ousadia dos malandros. É desafiar o mesmo que desafiar a polícia, sem temor algum por qualquer problema que venha a ocorrer.

Ah, se você que está lendo o Tiro e queda quer saber quem são os dois bandidos que assaltaram o banco, não vai dar. É a “nova ordem” em Alta Floresta. Bandido vai ter tratamento “privilegiado”, e depois de assaltarem um trabalhador, nós da imprensa teremos que chegar até eles e, respeitosamente perguntar. “O senhor gostaria de dar uma entrevista para nós e falar sobre a sua ação criminosa de roubar um cidadão de bem da cidade? Estamos nas mãos deles.

Se, no caso, os bandidões, acharem que devem falar com a imprensa, falarão. Senão, bye bye.

Direito de imagem, é claro, precisa ser protegido, mas o direito da sociedade (precisa falar de outro coletivo mais importante) em saber quem são os malfeitores que amanhã ou depois estarão (infelizmente) nas ruas cometendo os mesmos crimes, bem este direito da sociedade deveria ser melhor avalizado. A imprensa tem o direito de informar e a sociedade, precisa da liberdade da imprensa em trabalhar e expor casos como este, sem amarras das decisões portariais, decisionais ou coisa parecida. Os excessos que sejam combatidos. Pra “nóis é di boa”, nós já temos um “redator chefe”…

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