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Bares e botequins terão que seguir determinação após assinatura de TAC

ACIR TRUPPEL 1Embora seja a ‘profissão’ mais antiga da humanidade, não existem dados oficiais sobre a prostituição em Alta Floresta, mas basta um giro rápido em algumas localidades, principalmente pela rua F, para se deparar com algumas casas que não escondem serem ‘prostíbulos’. Esta realidade existe desde meados dos anos 80, no auge do ciclo do ouro quando os garimpeiros ficavam até meses sem contato com a cidade, e procuravam estes ‘prostíbulos’ para se divertirem e satisfizer as suas vontades sexuais.
Ainda nos tempos atuais, especificamente naquela área da cidade é fácil encontrar jovens mulheres e até senhoras prontas para satisfazer os desejos dos homens.
Porém, o fato de alguns estabelecimentos provocarem certos tipos de exageros principalmente com sons altos, deixando situações desagradáveis acontecerem, sem nenhuma precaução, a Vigilância Sanitária, juntamente com o Ministério Público iniciou uma fiscalização nos “bares e botequins”. Inicialmente uma reunião foi realizada com todos os proprietários de bares na rua F para buscar melhorias e sanar os barulhos que vinham incomodando muito os moradores.
Segundo o chefe da Vigilância Sanitária, Acir Henrique Truppel as reclamações eram constantes e a única alternativa seria buscar apoio no Ministério Público para encontrar uma solução aos problemas que vinham sendo apresentados pela sociedade. Ele explica que um estabelece que os proprietários devem cuidar para não acontecer algumas situações desagradáveis que antes vinham acontecendo. “É claro que eles podem continuar suas atividades normalmente, mas que as situações não extrapolem para não prejudicar o restante da população daquele setor”, enfatiza Truppell.
Os bares que não cumprirem com as determinações, serão devidamente autuados e estarão sujeitos a pagar multas, e em certos casos poderão até ter o alvará recolhido. “Todos os bares e botequins estão cumprindo aquilo que foi determinado. Mas o morador que tiver um bar perto de sua casa que extrapole com som alto, com atividade de exploração sexual, podem procurar a Vigilância Sanitária ou o Ministério Público, porque foi firmado um TAC para que estas situações não venham a ocorrer no perímetro urbano da cidade”, disse Acir Truppel.
Os estabelecimentos que descumprirem o Termo de Ajustamento de Conduta  responderão judicialmente por não cumprirem as determinações.  “Lembrando bem que a prostituição não caracteriza um crime, mas o estabelecimento que queira explorar essa  atividade, ele tem que se cadastrar para este fins e em um local determinado quando é feito o cadastro”, concluiu  Acir Henrique Truppel.

Da Redação

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