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Família de Jether consegue liminar para ‘home care’, mas estão em desacordo com a equipe médica

Bruno Felipe / Da Reportagem

A reportagem do Jornal O Diário vem acompanhando desde o mês de maio de 2017 a história do garotinho Jether de 03 anos que acabou se afogando na piscina do clube ‘CTG’ em Alta Floresta. Jether permaneceu cerca de três minutos submerso e ficou com graves sequelas.

Após mais de um ano internado no Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC), a família de Jether conseguiu uma liminar para a ‘Home Care’, expressão que significa “cuidados em casa”. Trata-se de uma internação domiciliar; uma continuidade do tratamento hospitalar que passará a ser realizado na residência do paciente, sendo que tal serviço envolve uma equipe multidisciplinar. Ocorre que, desde então, a família vem passando por certos conflitos com a equipe médica.

Conforme o pai de Jehter, sr. Claudio (Popular ‘Mandioca’) nos disse, a família gostaria de realizar um tratamento chamado Hiperbárica; nesse tratamento o paciente é submetido à inalação de 100% de oxigênio puro em uma pressão maior que a pressão atmosférica, dentro de uma câmara hermeticamente fechada com paredes rígidas. Por outro lado, segundo a mãe de Jether, a equipe diz que não aceita qualquer tipo de tratamento que não seja a ‘Home Care’.

“Nós queremos o melhor para o nosso filho, então precisamos de alguém que o Jether tenha acompanhamento em casa, mas que possamos fazer esse tratamento que já estamos fazendo porque nós estamos vendo bom resultado no Jether”, disse o pai em entrevista ao Jornal O Diário, ressaltando que o tratamento auxilia na regeneração das células do cérebro.

No PS de Cuiabá, Jether recebia tratamento apenas com medicamentos. A família queria trazer o menino de volta para Alta Floresta, mas como a mãe Selma Lopes nos explicou, não existe empresa especializada na região, o que dificultaria o atendimento do menino na residência. Por conta disso, a família decidiu se mudar para a capital para que o filho pudesse receber o atendimento adequado.

Além da hiperbárica que a família já está realizando através de empresa particular (com recurso advindo de campanhas beneficentes), o menino também está fazendo um tratamento especial chamado Ecoterapia, um tipo de terapia com cavalos que serve para estimular o desenvolvimento da mente e do corpo. Como o tratamento está sendo realizado através de empresas particulares, a família ainda necessita de doações e aos interessados em ajudar é só entrar em contato com a mãe através do telefone 66 – 9662 4289.

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