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Moradores da Zona Rural de Alta Floresta receberão atendimento médico a cada 15 dias

Bruno Felipe / Da Reportagem

Há vários dias os legisladores da Câmara tem cobrado o Executivo Municipal por conta da falta de medicamentos em algumas Farmácias Básicas do município e também a questão da falta de profissionais médicos em algumas Unidades Básicas de Saúde da Zona Rural. Conforme a vereadora Elisa Gomes (PDT) explicou para a reportagem do Jornal O Diário, na noite da última segunda-feira 13, houve uma reunião do Conselho Municipal de Saúde onde a parlamentar indagou a Secretária Interina de Saúde Roberta Cordeiro a respeito dos dois tópicos, segundo a secretária, os medicamentos acabaram nessas unidades e houve uma demora na elaboração de uma licitação para a aquisição de mais materiais, o que acarretou no déficit; a respeito dos profissionais médicos, ela teria dito que a cada 15 dias irá um profissional para a atender as respectivas unidades com a problemática, até que o atendimento se normalize.

Elisa explicou que o atendimento era realizado uma vez por semana, onde um médico da área urbana se deslocava até as unidades da zona rural e segundo a parlamentar, já faz um bom tempo que os profissionais não se deslocam para essas unidades. Sobre os medicamentos, Elisa salientou que houve um processo licitatório feito no começo desta semana para a aquisição de novos materiais.

A partir de agora ela ressaltou que os transmitis demanda tempo, mas garantiu que as unidades estarão estocadas até o final do próximo mês. “O importante é que foi feito o processo licitatório, então vou estar acompanhando de perto para nos informar realmente porque nós somos os porta-vozes da população, então eles nos cobram e nós precisamos dar uma resposta”, disse Elisa em entrevista ao Jornal O Diário.

Conforme ela nos disse, os pontos mais afetados são na região do ‘Novo Cruzeiro’ que compreende a Pista do Cabeça, Ourolânda e Assentamento. O local está a quase 100 quilômetros do grande centro da cidade e conforme a própria vereadora, os moradores são obrigados a se deslocarem nesta distância para conseguir atendimento e por muitas vezes, além da ineficácia no atendimento médico, os moradores passam por dificuldades na hora de se locomoverem até as unidades já que as estradas nessas localidades sempre causam transtornos por conta dá má condição de trafegabilidade.

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