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Alunos da Pista do Cabeça se obrigam a andar mais de 5 km à pé por causa de ponte

Da redação

Desvio1O vice-governador de Mato Grosso, Carlos Fávaro, anunciou no mês de abril deste ano que a MT 325 teria “mais de 2 milhões de investimentos” em substituição de pontes de madeira por pontes de concreto. Uma das prioridades determinadas naquela oportunidade era a substituição de uma ponte de madeira de 48 metros de extensão sobre o rio Paranaíta, por outra de concreto. Quando esteve em Alta Floresta, por ocasião da “caravana da Transformação”, o governador Pedro Taques referendou o compromisso assumido pelo seu vice. Passados quase 6 meses da primeira promessa, não se vê um centímetro de progresso. Outra promessa é que iniciaria, “por aqueles dias” o asfaltamento de 20 km desde o trevo do Jardim Universitário rumo à Juara e outro tanto iniciando em Juara no sentido contrário.

Com o passar do tempo, cansados de esperar, alguns moradores atearam fogo na ponte de madeira, ato considerado de vandalismo pelas autoridades políticas e de “pedido de socorro” pelos moradores. A estrada MT 325 é de responsabilidade do Governo do Estado, ainda assim a prefeitura de Alta Floresta foi até o local e realizou um desvio para dar passagem, principalmente, ao transporte escolar, já que a ponte fica a 5 km da escola da comunidade.

Mas o desvio, entregue no início do mês de agosto, já não dá mais suporte para que o ônibus atravesse em segurança. A terra jogada pela Secretaria de Infraestrutura cedeu e está caindo no leito do rio. Moradores improvisaram pranchas em uma das laterais, mas a terra continua a ceder. Um vídeo enviado à redação do O Diário mostra um grupo de crianças descendo do ônibus para fazer o restante do caminho até a escola à pé, num total de 5 km de distância.

A pessoa que gravou o vídeo mostra a ponte principal e afirma que ela só não foi construída por que “falta madeira” para a base.

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