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Tiro e Queda – Segunda Feira

Nós do Jornal O Diário iríamos nos posicionar em relação às denúncias que vêm sendo publicadas e replicadas em sites na internet fazendo referência a dinheiro de corrupção que estaríamos recebendo, segundo difundido por uma Comunidade na internet, o “Alta Floresta Atenta”. Até estávamos preparando um artigo, ou resposta, ou ainda um esclarecimento, só que, depois que o dono da página se esforçou para beijar um cinegrafista na sexta-feira, após invadir a sede da TV para tirar satisfações com o jornalista Oliveira Dias, a partir de então o caso deixou de ter importância, afinal… como acreditar num cidadão que no meio de uma discussão acalorada e tão importante, com a presença de policiais que estavam lá para garantir a segurança, corre para beijar outro homem… virou piada.

Piada, aliás, como são as listas que estão sendo divulgadas pela internet, sabe-se lá com que objetivo. Há valores diferentes em listas diferentes e sempre atribuindo a dinheiro de corrupção. Como dito, nós nem deveríamos dar trela “prestas” malandragens, mas como virou até caso de polícia, então…

Nós aqui do O Diário sempre defendemos a participação popular, que pessoas surjam na sociedade e que façam denúncias, apontem erros, busquem o melhor pra cidade, se envolvam com os assuntos da cidade. Assim, com todos vigilantes, há quem insista em fazer malandragens com dinheiro público, imagine se deixar correr solto.

Quando a página Alta Floresta Atenta nasceu no facebook, eu fui um dos 10 primeiros a curtir e segui-la, achando que era uma coisa séria, mas desisti de acompanhar no diaem que o “beijoqueiro anônimo” (na época), colocou uma foto do repórter Arão Leite, do Jornal da cidade, apontando, caluniosamente, que Arão era “funcionário fantasma” na prefeitura. Depois que alguém, que sabia de sua identidade, alertou que aquilo era crime, o beijoqueiro tirou a postagem do ar, mas o crime já estava configurado, e mais, a minha visão sobre a página mudou completamente. Não voltei mais à página até o dia em que alguém me mandou um link alertando para a publicação, em dezembro do ano passado, em que apontava que nós aqui recebíamos mais de 1 milhão em assinaturas.

Com o episódio desta semana e as outras denunciações caluniosas feitas por ele, decidimos fazer um Boletim de Ocorrências por crime de injuria, calúnia, difamação e por crime praticado pela internet.

Às claras – Como o beijoqueiro colocou em dúvida os repasses que foram feitos para nossa empresa, colocamos à disposição, para as autoridades competentes, todo o nosso balanço financeiro, com cópias de notas fiscais, processos internos da prefeitura dos quais fazemos parte, para que o Ministério Público faça a sua averiguação e, se houver algum indício de corrupção, conforme aventado, seja feito o procedimento necessário para nos denunciar na Justiça, que é o caminho para discutir todas estas situações. Só não vamos fazer o caminho inverso, levar os documentos até a promotoria, porque esta deve estar lotada de serviço para fazer e não sou eu que vou lá incomodar o Promotor com mentiras e desvairias.

Já o beijoqueiro, esse sim, terá que provar que nós ganhamos 1,102 milhão de reais, afinal, como ele mesmo disse, ante de beijar o cinegrafista, “é dinheiro de corrupção”, e corrupção é crime e cabe a quem acusa o ônus da prova.

Como não temos nada de errado, se alguém da sociedade, cliente nosso ou não, quiser conversar e tirar alguma dúvida, damostotal liberdade, para isso basta nos fazer uma visitinha, tomar aquele cafezinho gostoso feito pela Dona Mirian e tirar as dúvidas que tiver.

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